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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

the Dylan Way (ou porque a Academia não consegue falar com ele)



(brilhante remix de Mark Ronson e 'The Dap Kings')

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Like a Nobel Stone



Nobel da Literatura 2016 

"for having created new poetic expressions within the great American song tradition." 

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

segunda-feira, 21 de abril de 2014

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Like a Zapping Stone



Experiência total aqui.

domingo, 10 de março de 2013

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

domingo, 30 de dezembro de 2012

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

"IRS pago pelos portugueses vai subir cerca de 30% em 2013"

In a many dark hour
I've been thinkin' about this
That Jesus Christ
Was betrayed by a kiss
But I can't think for you
You'll have to decide
Whether Judas Iscariot
Had God on his side.


'With God on our Side'
'The Times They are a-Changin', 1964

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

quinta-feira, 24 de maio de 2012

terça-feira, 27 de março de 2012

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

girl from the north country

/

If you're traveling in the north country fair
Where the winds hit heavy on the borderline
Remember me to one who lives there
She once was the true love of mine.
 
If you go when the snowflakes storm
When the rivers freeze and summer ends
Please see if she's a coat so warm
To keep her from the howlin' winds.

Please see if her hair hangs long
If it rolls and flows all down her breast
Please see from me if her hair hangs long
That's the way I remember her best.

I'm a-wonderin' if she remember me at all
Many times I've often prayed
In the darkness of my night
In the brightness of my day.
 
So if you're travelin' in the north country fair
Where the winds hit heavy on the borderline
Remember me to one who lives there
She once was a true love of mine.


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

terça-feira, 24 de maio de 2011

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Podia chamar-se um beijo e adeus



It ain’t no use to sit and wonder why, babe
It don’t matter, anyhow
An’ it ain’t no use to sit and wonder why, babe
If you don’t know by now
When your rooster crows at the break of dawn
Look out your window and I’ll be gone
You’re the reason I’m trav’lin’ on
Don’t think twice, it’s all right

It ain’t no use in turnin’ on your light, babe
That light I never knowed
An’ it ain’t no use in turnin’ on your light, babe
I’m on the dark side of the road
Still I wish there was somethin’ you would do or say
To try and make me change my mind and stay
We never did too much talkin’ anyway
So don’t think twice, it’s all right

It ain’t no use in callin’ out my name, gal
Like you never did before
It ain’t no use in callin’ out my name, gal
I can’t hear you anymore
I’m a-thinkin’ and a-wond’rin’ all the way down the road
I once loved a woman, a child I’m told
I give her my heart but she wanted my soul
But don’t think twice, it’s all right

I’m walkin’ down that long, lonesome road, babe
Where I’m bound, I can’t tell
But goodbye’s too good a word, gal
So I’ll just say fare thee well
I ain’t sayin’ you treated me unkind
You could have done better but I don’t mind
You just kinda wasted my precious time
But don’t think twice, it’s all right

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

like a rolling stone II

like a rolling stone I



Estamos a falar de Bob Dylan, em 1966, no Royal Albert Hall, a rebentar tudo depois do público o acusar de "Judas !"

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

MUDE



Sempre gostei de conhecer sítios curiosos. Sítios diferentes e inesperados, que nos põem pontos de interrogação na testa. O MUDE é um sítio assim. Ainda pequeno.
Não é um MoMA. Nunca. Longe disso. Nem pensar. A anos luz. Nem atreve. Mas é um sítio porreirinho. Fica na rua Augusta e não parece ser dali. Num antigo Banco. O capital a ceder lugar à arte e ao lazer. Curioso.
Os tectos continuam picados, com o que sobra dos materiais isolantes a pingar. Sem revestimento e com o betão à pele. Os pilares idem. Cimento. Adivinha que o edifício esteve para ser demolido e desistiu.
Resta o comprido balcão de mármore negro do velho BNU que dá uma volta inteira à sala. E a escadaria.
O espaço é fixe logo por isso e porque não se espera ver cadeiras pop, torradeiras, gira-discos, aspiradores e telefones dos anos 50 e 60 por entre aquele balcão cisudo onde antes se trocou dinheiro, letras e cheques.
Uma Vespa à esquerda. Toco-lhe. Não posso, oiço. Vestidos de noite de estilistas com nome de perfume francês. 
Numa cortina projecta-se o histórico debate televisivo Nixon-Kennedy para as eleições de 1960.
 
Painéis de luz fluorescente branca. Chutam uma frase de um famoso qualquer do design.
Objectos futuristas de formas estranhas e cores concretas desenhados por Frank Gehry ou Corbusier.
De repente, ao canto, ouvem-se os Beach Boys a tocar "God Only Knows" e "Wouldn't it be Nice". Vou logo para lá. Vinis dos Beatles, dos Rolling Stones e do Bob Dylan no chão. Slides a bombarem um Lennon de cabelos e barba comprida em protesto. Enfiado na Bed Peace com Yoko Ono. Mick Jagger e uma mulher. Manifestações estudantis contra a guerra no Vietname. Martin Luther King. Pancada.
Uma espécie de cadeirão do Niemeyer.
Sete ou oito Vespas no meio. A mais antiga é de 1951. Uma com side-car. Todas de matrícula portuguesa. Vejo os conta-kilómetros.
Olho para uma estante controvertida. Dá para os dois lados. Naquele canto já toca o "Satisfaction" e o "Start Me Up". Acho graça às cadeiras longas em formato de onda ou de folha de papel amachucada e apetece-me deitar. Não se toca, oiço à entrada.
No andar de cima, uma espantosa colecção de scooters antigas lançadas para umas rampas. Lambrettas, Bernardettes, Zundaps, e até um modelo da Harley Davidson. Deve ter levantado cabelo. Anúncios e revistas da época. 
À saída um momento sublime. A cena final do "Zabriskie Point". No Buick. Ela sempre linda. Dedos e olhos. Explosões, tudo pelo ar e os Pink Floyd.
"Turn your head feel the breeze."