Mostrar mensagens com a etiqueta Crosby. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Crosby. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 20 de setembro de 2019
quinta-feira, 2 de abril de 2015
For Free
Os caminhos de David Crosby misturam-se com os de Joni Mitchell. A folk, os anos 60 e o protesto político colocaram-nos em rota de colisão.
Mas é a voz dela que o chama. Ele conta que se apaixonou por ela e pela sua música numa noite em que a viu tocar num Café. Não andava feliz, queria fazer alguma coisa diferente, talvez ir viver para um barco. Bum !, Joni.
Levou-a para a Califórnia e produziu-lhe o primeiro disco que ela gravou, porque afinal era «uma poeta superior a Dylan e muito melhor música.»
Foram sempre traficando canções, mas quando lhe pediam que elegesse uma, Crosby respondia invariavelmente com 'For Free'. E tocava-a. Centenas de vezes.
Talvez para regressar àquele Café.
... agora sou eu que a toco. Com os acordes que resgatei da net. For free. Em Sol M.
I slept last night in a good hotel
I went shopping today for jewels
The wind rushed around in the dirty town
And the children let out from the schools
I was standing on a noisy corner
Waiting for the walking green
Across the street he stood
And he played real good
On his clarinet for free
And the children let out from the schools
I was standing on a noisy corner
Waiting for the walking green
Across the street he stood
And he played real good
On his clarinet for free
(...)
Nobody stopped to hear him
Though he played so sweet and high
They knew he had never
Been on their T.V.
So they passed his music by
I meant to go over and ask for a song
Maybe put on a harmony
I heard his refrain
As the signal changed
He was playing real good for free
Though he played so sweet and high
They knew he had never
Been on their T.V.
So they passed his music by
I meant to go over and ask for a song
Maybe put on a harmony
I heard his refrain
As the signal changed
He was playing real good for free
in "Ladies of the Canyon", 1970
Etiquetas:
Crosby,
Folk,
Joni Mitchell,
Música,
Poetry in motion
domingo, 12 de maio de 2013
Waging Heavy Peace - 1
"That was CSNY to me. The connection with our generation was profound, and we could feel it. I loved all those guys. A lot has changed since those innocent times. We are different today. We were not bound by chemistry the same way as the Springfield was. We were all friends, experiencing a phenomenon together.
Crosby was forever the catalyst, always intense, driving us further and further. Just looking in those eyes made me want to deliver from the heart. He so believed in what we were doing. Graham was the consummate professional, always there with his parts, cheering us on as we jammed, writing the songs we became best known for. Stephen, my brother, always the soulful, conflicted one, was battling unseen demons and many-colored beasts through the days and nights, contributing an edge that was unmistakable.
The combination of that energy all at once - with our audience ! - that was CSNY was to me at its best.
But then came the fame, the drugs, the money, houses, cars, and admirers; then the solo albums. I had to break away. I had so much to give, so many songs in me, so many ideas and sounds in my head. I had to do it. The band didn't break up; it just stopped. It did not regenerate itself. It stopped functioning, like it had a lapse or a heart attack or something. No new songs came forward from anyone. We were all doing our own things. We needed a reason to get together and a purpose behind our music. In the end, we became a celebration of ourselves, and there was no way to keep that going. It doesn't regenerate. We had a golden time, and then we lost our way. Be great or be gone."
Etiquetas:
Crosby,
Livros,
Neil Young,
Respect
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Edição de luxo
Na vida as coisas nunca são só como a gente quer. Foda-se, de repente pareço o Mick Jagger a escrever canções.
A madrugada tinha escorrido quase inteirinha a ver o "Woodstock". E não só o "Director's cut", mas o filme completo. Era Agosto e havia praia. Duas horinhas de sono apenas não seriam de menos. Recuperava na areia do dia seguinte.
De regresso ao ritmo dos dias, só pensava em tê-lo na mão. Tinham lançado o filme completo em DVD. Em Portugal numa edição limitada que rapidamente esgotou. Porque há filhos e enteados.
Sobrava o mundo imaterial e detestável da internet: a Amazon. Tau ! Tinham, claro.
Encomendou. Pagou. Quando chegou… não dava. Foi ver. Era um “Blue Ray”.
Como não pesca um chaveto destas coisas, tinha comprado um DVD incompatível com o aparelho que tinha em casa. Fuck.
Como tem sangue de judeu, e o sangue não perdoa, não ia agora comprar um aparelho “Blue Ray” só por causa do filme. O que temos usamos até ao fim.
Passaram mais 4 longos anos, até que finalmente o bicho deu o berro. Arre que era bom ! Meteu-se no carro e pimba, 79 euros num “Blue Ray” em promoção. Não volto a gastar mais do que 100 numa porra destas.
Até que finalmente. Ontem à noite repetiu a madrugada, quando as vozes do mundo se calam e o inferno sossega.
Woodstock não era só (?) Jimi Hendrix, Jefferson Airplane, Santana, Richie Havens, os The Who, Joe Cocker e os Crosby.
Era agora 3 days of peace and music. Eram 40 minutos de Grateful Dead, e os Creedence.
A madrugada tinha escorrido quase inteirinha a ver o "Woodstock". E não só o "Director's cut", mas o filme completo. Era Agosto e havia praia. Duas horinhas de sono apenas não seriam de menos. Recuperava na areia do dia seguinte.
De regresso ao ritmo dos dias, só pensava em tê-lo na mão. Tinham lançado o filme completo em DVD. Em Portugal numa edição limitada que rapidamente esgotou. Porque há filhos e enteados.
Sobrava o mundo imaterial e detestável da internet: a Amazon. Tau ! Tinham, claro.
Encomendou. Pagou. Quando chegou… não dava. Foi ver. Era um “Blue Ray”.
Como não pesca um chaveto destas coisas, tinha comprado um DVD incompatível com o aparelho que tinha em casa. Fuck.
Como tem sangue de judeu, e o sangue não perdoa, não ia agora comprar um aparelho “Blue Ray” só por causa do filme. O que temos usamos até ao fim.
Passaram mais 4 longos anos, até que finalmente o bicho deu o berro. Arre que era bom ! Meteu-se no carro e pimba, 79 euros num “Blue Ray” em promoção. Não volto a gastar mais do que 100 numa porra destas.
Até que finalmente. Ontem à noite repetiu a madrugada, quando as vozes do mundo se calam e o inferno sossega.
Woodstock não era só (?) Jimi Hendrix, Jefferson Airplane, Santana, Richie Havens, os The Who, Joe Cocker e os Crosby.
Era agora 3 days of peace and music. Eram 40 minutos de Grateful Dead, e os Creedence.
domingo, 11 de março de 2012
Monte de Santiago
Nesta casa há um canto. O Pai chama-o da Poesia. Por causa do Alegre e do Torga, dos versos que estão pendurados na parede do lado direito, e do banco de alvenaria que fez para nos sentarmos ali, onde um pequeno candeeiro chama os livros e os jornais.
Para mim a poesia está na janela, a janela que dá para o Monfurado. Que o Sol ilumina até à ponta dos ramos, para ver cair as folhas. Gosto de abrir esta janela completamente. De me apoiar depois no curto parapeito com os cotovelos e de olhar para as oliveiras e sobreiros de lá do fundo. De ver ainda os "carracentos" aterrar quando a tarde está no fim e já refresca.
Podia acabar aqui os meus dias. Onde o meu pai trata das videiras «como uma mãe que faz a trança à filha.»
- Ó André, só quando chegas é que se ouve aqui música.
Para mim a poesia está na janela, a janela que dá para o Monfurado. Que o Sol ilumina até à ponta dos ramos, para ver cair as folhas. Gosto de abrir esta janela completamente. De me apoiar depois no curto parapeito com os cotovelos e de olhar para as oliveiras e sobreiros de lá do fundo. De ver ainda os "carracentos" aterrar quando a tarde está no fim e já refresca.
Podia acabar aqui os meus dias. Onde o meu pai trata das videiras «como uma mãe que faz a trança à filha.»
- Ó André, só quando chegas é que se ouve aqui música.
Etiquetas:
Crosby,
Folk,
Joni Mitchell,
Música,
Oh me Oh life
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
"Send me Away"
O Sr. Neil Young.
Além de guitarrista de elite, de homem de versos, de solista, foi sempre generoso na hora de se juntar a outros gangues e misturar acordes, como é próprio de quem não distingue música e comunhão.
Talvez o filho maior destes projectos tenha nascido no final dos anos 60.
Cansados de viverem debaixo do nome das bandas (The Byrds, The Hollies, Buffalo Springfield), ficaram conhecidos com nome próprio: os Crosby, Stills, Nash & Young.
Em 1969, ouviram-se no Big Sur.
Além de guitarrista de elite, de homem de versos, de solista, foi sempre generoso na hora de se juntar a outros gangues e misturar acordes, como é próprio de quem não distingue música e comunhão.
Talvez o filho maior destes projectos tenha nascido no final dos anos 60.
Cansados de viverem debaixo do nome das bandas (The Byrds, The Hollies, Buffalo Springfield), ficaram conhecidos com nome próprio: os Crosby, Stills, Nash & Young.
Em 1969, ouviram-se no Big Sur.
Etiquetas:
Byrds,
Crosby,
Folk,
Música,
Neil Young
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Subscrever:
Mensagens (Atom)




