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domingo, 3 de março de 2019

Orgulho de pai



Tarde de mini-derby. 
4-1 é coisa séria ! 

sábado, 2 de março de 2019

O menino estraga


Benfica 2
Porto  1

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Um 10


Para a História.
Mas antes um 10 para o 10.
No dia 10.

Parabéns Chalana.


e o décimo ainda veio da 10 do Jonas...

- Pai, e eu faço 10 anos este ano !

Pois é, puto, tempos virão em que se vai dizer "Eu estive lá."

domingo, 3 de fevereiro de 2019

falar já não estraga

O puto Félix é o estrago ! 


(Sporting - 2
Benfica - 4)

domingo, 6 de janeiro de 2019

Dia de Rei(s)


Benfica 4 
Rio Ave 2

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Miserable Mou

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

É óbvio !

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

a camisola não engana



A Júnior saúda o Capitão.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Keane by Roy


«Gary Neville  had come to see me just after the warm-up; it was an evening kick-off. We'd just come back into the dressing room. Gary told me that some of the Arsenal players had said something to him in the tunnel, that they weren't going to take any nonsense - they'd be waiting for him.
(...)
But I didn't pay much attention to what Gary said.
'Whatever, Gary.'
I was getting into the zone myself. I was concentrating on my job, getting ready to go out on to the pitch. I wasn't one for shouting and roaring in the dressing room. I'd be geeing myself up, in a calm way. The last thing I wanted was Gary in my earhole, going, 'They've been shouting at me in the tunnel.'
My attitude was, 'Fuckin' deal with it. You're not eleven.'
But he'd planted a seed in my head, warning me.
I was always one of the first out to the tunnel. As captain, I'd be leading the team out. The Highbury tunnel was a strange one, like a little alleyway. Very tight. It was hard to avoid contact with people, even if you were trying to. There was always a lot of tension there. And night matches always created more tension anyway.
I'd forgotten my captain's armband - simple as that. So I turned to go back to the dressing room.
'Go down, lads, I'll be with you in a minute; I forgot my armband.'
And I went back, past our own players. Albert, the kit man, had the armband and was putting it on me.
'All the best, Roy.'
As I walked to the front I heard something going on at the top of the tunnel. All I could see was a few fingers, pointing at Gary.
I lost it.
Five seconds earlier, I'd been perfectly calm, in the zone, ready for the match. But, because of what Gary had said to me, I just went, 'The fuckers - they are waiting for him.'
I'd thought they might have booted him out in the pitch. But in the tunnel? I just thought, 'The fuckers.' They are trying to bully him. They were a big team and, in the tunnel, they were even bigger.
So I said to myself, 'All right. Let's go.'
I went down there. I'd lost it, but I wasn't zoning out; I wasn't forgetting about the game.
I said, 'We'll see you out there.'
I just felt they were bullying Gary. I don't think it was intimidation; it was bullying. There's a difference. If Patrick Vieira had come up to me and said, 'I'm going to have you', that would have been intimidation. It would have been a clash between equal personalities. But Gary was quiet - I think they were going for one of the weaker players of the team. (...) In football, intimidation is legitimate but bullying isn't. I never went looking for a full-back who'd never done anything to me. I'd look for people who were in my position or were physically important for their team. I'd always thought 'They can give it back to me.' I never went for a tricky winger or a small full-back.
'I'll see you out there.'
I meant it. I love the game of football. We'd sort it out on the pitch - no hiding places.»

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Man Respect


José Mourinho após derrota por 3 secos em casa com o Tottenham.




The Stretford End, officially the West Stand, is a stand at Old Trafford, the stadium of Manchester United Football Club. 
Only Denis Law (in the 1960s) and Eric Cantona (in the 1990s) have reached the status of "King of the Stretford End" among the United faithful, the former for his formidable goal record and the latter for his charisma and aura.

terça-feira, 10 de julho de 2018

domingo, 8 de julho de 2018

O Mística




"O que é A Mística ? Bem, é difícil de explicar, embora se sinta muito. É vestir o manto sagrado, ir, jogar, vencer, mas sobretudo ir embora com elegância."

Entre amigos sabemos isto de cor.
48 anos a servir o Benfica. Shéu Han deixou hoje o futebol, mas com "Pézinhos de Veludo", como sempre quando jogava. Felizmente continua no Benfica. E nós com ele.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

domingo, 1 de julho de 2018

segunda-feira, 25 de junho de 2018

sexta-feira, 22 de junho de 2018

explicar o inexplicável



“(...) 
Quão salutar e revigorante foi o contraste com a selecção portuguesa. Eis um conjunto de jogadores com perfeita noção de que a qualidade é um bem escasso e precioso, que deve ser tratado como um recurso finito do planeta. Frugais e poupadinhos com os nossos consumos intermédios (boas ideias, passes certos, remates enquadrados) fazemos apenas o estritamente necessário para conseguir o resultado que desejamos, delegando parte substancial da tarefa à inoperância adversária.
E assim aconteceu no jogo contra Marrocos. Ao minuto 4, Cristiano Ronaldo colocou Portugal na condição que lhe pertence por direito: a inexplicável vantagem no marcador. Daí para a frente foi uma questão de aguardar que os marroquinos percebessem por si próprios - através do método ancestral da tentativa e erro - que nenhum dos seus planos ia resultar, e que a atitude correcta perante as circunstâncias era perderem não só o jogo, mas a alegria de viver.
Uma lição de eficiência. Foi como se toda a empreitada dos Descobrimentos tivesse sido preparada pelo Infante D. Henrique no promontório de Sagres, numa cadeira de baloiço e com uma manta nos joelhos, a desafiar o Atlântico num plácido murmúrio: "Ora então o Cabo das Tormentas que venha cá meter-se com a gente, para vermos se é assim tão tormentoso. Eu aqui o espero".
Esta capacidade recém-adquirida para defrontarmos uma sucessão de equipas que se calhar mereciam ganhar-nos, mas se revelam incapazes de o fazer, levou a comparações com a Itália, comparações que não iluminam o assunto nem favorecem nenhuma das partes envolvidas. A Itália é historicamente exímia a atrapalhar de forma deliberada a manobra ofensiva das outras pessoas. Portugal é contemporaneamente exímio a estar no sítio certo enquanto, por mero acaso, as outras pessoas se atrapalham sozinhas. (O catenaccio tornava o jogo mais previsível e menos excêntrico; nós tornamos tudo incompreensível).
Cada estilo coerente, por ser uma maneira de observar o Mundo e de responder ao que se observa, incorpora uma moral. Aqui estou, proclama o estilo: é esta a maneira como o meu sucesso justifica a qualidade da vossa alegria. O estilo actual da selecção portuguesa, por ser um anti-estilo, não cede ao impulso artístico de olhar para dentro, e limita-se (com a veemência dos predestinados) a apontar para fora. Observamos aquilo de que os outros são capazes, e concluímos que são incapazes. Que não conseguem fazer aquilo que querem, nem sequer têm a sorte necessária para que lhes aconteça o que querem de forma acidental. Um bando de inúteis, no fundo. Pelo que a nossa felicidade consiste em sabermos que, mais uma vez, nos desviámos dois passos para o lado, dois segundos antes de levarmos com um piano nos cornos.
Tendo honrado, desta maneira brilhante, a memória de Figo, Rui Costa, Futre, Chalana e Eusébio, tendo cumprido, em suma, o sonho de D. Sebastião, resta-nos agora perguntar: mas afinal isto serve para quê? Será possível ir ultrapassando todos os obstáculos desta maneira? Um Universo racional permitirá que dois troféus consecutivos sejam conquistados assim?
É pouquíssimo provável, mas o tempo o dirá, e só se deve fazer uma pergunta de cada vez. Antes disso, ainda temos mais esperanças para aniquilar, mais inocências para destruir. Enquanto houver uma criança nas bancadas, sorrindo na expectativa de um grande espectáculo, enquanto sobrar um único circunspecto espectador neutral, convencido de que vai perceber alguma coisa do que se passa dentro de campo, a nossa tarefa não está cumprida. No que depender de nós, ninguém na Rússia se diverte, e ninguém aprende nada. Às armas!

"Uma máquina para matar purismos", por Rogério Casanova, in DN

quarta-feira, 20 de junho de 2018

está um belo dia para matar um borrego com 32 anos



Não se pode odiar para sempre o sorrisinho de um cromo, só porque meteu duas batatas na baliza do Damas (certo, se tivesse sido na do Bento tinha sido pior). 
Acho que até um par de corninhos lhe desenhei na caderneta. Para não dizerem que não fiz a minha parte.