* título italiano do filme.
«(...) sentado na minha sala de estar aqui em Sund, em Sartor, na casa da minha infância, a olhar para o Sjarken Eline, bem amarrado ao cais ali em baixo e apesar de agora estar no meu septuagésimo quinto ano de vida, e ainda que tenha pensado na Eline e em mim ao longo de todos estes anos, nunca me ocorreu nenhuma outra explicação a não ser que tudo foi estranho, e até pensei que isso deveria ficar escrito na minha lápide tumular - Tudo foi estranho -, mas depois decidi que deveria ser suficiente uma simples cruz, decidi que quero apenas uma cruz na minha lápide tumular, e como não tenho herdeiros, estive a pensar em legar tudo o que possuo à Casa de Oração de Sund, nunca fui particularmente religioso, mas quando se vive toda uma vida no mar, bem, então uma pessoa torna-se como que religiosa de uma certa forma (...)»
Quando os viu pela primeira vez, em '97 (CCB), ali já a passar o auge da britpop, eles não eram pop. Eram assim uma música não muito feita naquela época de blur, oasis, suede ou pulp. Não eram rock. Rock puro então não eram mesmo. Não eram radiohead. Eram algo que ele não estava bem à espera. E não era fã. Tinha 20 anos e eles 26 ou 27. Eram novos mas pareciam velhos. Eles.
Ah, e a Aula Magna foi magna outra vez.
Hamnet. A morte de um é o nascimento do outro. Não se pode é ter filhos.
Abençoados.
"Um não! São centenas!"»
Já aqui a tinha contado, e, por isso, peço desculpa. Mas agora é cartaz.