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sábado, 29 de junho de 2019

obrigatório para a geração que cresceu nos 80's


«O sarcófago que cobre o quarto reactor está a enfraquecer, por causa da chuva e da erosão. No seu interior, encontra-se combustível nuclear que continuará activo durante os próximos 100.000 anos. Chernobyl ainda agora começou.»

terça-feira, 21 de maio de 2019

Niki Lauda (1949 - 2019)



Um dos heróis responsáveis pelo meu interesse por F1 quando era puto nos anos 80.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Hard being a kid

Resultado de imagem para Big hanks gif

Mais um papado com a tribo lá de casa.
Além de mostrar como era crescer nos anos 80, é formativo.
Quem é que vai hoje levar o lixo lá abaixo ? 

domingo, 25 de novembro de 2018

terça-feira, 20 de novembro de 2018

A kind of magic

Os Queen foram uma referência de qualquer puto que se preze nos anos 80.
E Freddie Mercury o show-man absoluto que fez dos estádios a sua sala-de-estar. E a nossa, porque só o(s) podíamos ver pela televisão.
Para nós o filme é voltar atrás. À sala da televisão e do VHS. E gostar disso.
Para os miúdos mais velhos lá de casa foi conhecer um bocadinho desse mundo.
E gostar também. E isso tem muita piada.

terça-feira, 16 de outubro de 2018

passagem do testemunho


Imagem relacionada

- Pai, we're afraid of no ghost.

domingo, 1 de abril de 2018

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Soul meets Soul



Blade Runner



Blade Runner 2049

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

os miúdos a aprenderem História


harrison ford film GIF

'Indiana Jones e os Salteadores da Arca Perdida'

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

80's Vice



e um abraço reconhecido ao velho amigo que foi hoje desenterrar estes parceiros da glória.
Vintage.

domingo, 8 de maio de 2016

Karate, kids



Equilíbrio, miúdos, equilíbrio. É a lição do Mr. Myagi. Nunca mais se esqueçam.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Bellevue 86

1986. Era esse o ano.
1986 são 30 anos.


sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

As Misses


Tenho uma relação afectiva com as eleições presidenciais. Foi o primeiro momento em que despertei para a política a sério. 1986.
Em casa ouvia falar. As Presidenciais. As primeiras sem militares, sem o esfíngico Eanes.
Colossos para pôr a cruzinha. Soares, Freitas, Zenha, Pintasilgo. Freitas mas pouco. 2ª volta. Segunda volta. Com sapos e tudo.
"Soares é fixe e o Freitas que se lixe !". Caravanas e bandeiras. Às cavalitas do meu pai no comício de encerramento no Rossio e o Rui Veloso no palco. Vitória. Porque a minha vitória é verdadeiramente grande se os adversários também o forem.

É por isso que dói ver ao que isto chegou. 10 candidatos, é certo. E isso até podia ser bom. Participação activa. Vontade (alguma, talvez). Mas.

O que custa é não mexerem connosco. Parece que só olhamos para eles e dizemos: "Gosto daquele. Dou-lhe um 9 e meio!", ou, como dizia o outro, "pior do que  com aquele que lá estava, não ficamos..."
Não despertam o debate. E depois observamos a distância a que esta relação chegou, que já nem é divórcio. É pura falta de comparência. 50% de abstenção, mesmo com os cadernos eleitorais cheios de pó e músicas de enterro. God damn it !

Porque se participava. Discutia-se muito. E eram Ideias. Política com nome próprio. E à noite, os amigos dos meus pais reuniam-se em nossa casa para assistirem às Eleições. Discutir mais. E viver esses dias com entusiasmo. Porque não eram, não eram definitivamente, concursos de Misses.

domingo, 19 de abril de 2015

cá em casa já combatemos o Nada


- A História Interminável -

1984


"Há aqueles que não conseguem ir a Fantásia. E há os que conseguem mas nunca mais regressam. E depois há uns poucos que vão e que voltam. São estes que salvam os dois mundos."

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

The Bruce


- Rio grande, rio bravo:  um épico de Bruce Springsteen -

"(...) Inevitavelmente Springsteen faz lembrar James Dean em Fúria de Viver. Os automóveis, o êxtase de desentupir um carburador ou de rectificar um cilindro; as mulheres com saias em forma de sino no lugar do passageiro com um cotovelo fora da janela; as formas primitivas de estabelecer a virilidade e demonstrar a coragem; a súbita solidão de percorrer centenas de quilómetros de deserto com o rádio ligado (…). Lembro-me, há alguns anos, de ter contado as vezes que surgiam certas palavras-chave nas canções de Springsteen. Claro que já me esqueci, mas era uma coisa exagerada: «noite» «carro» «estrada» «motor» «coração» «corrida» «guiar» «fábrica» e «desastre». (…) The River é um monumento que estará de pé muito depois do desaparecimento de Bruce Springsteen. É graças a ele que o Rock’n’Roll sobrevive. E apetece dizer: Sem ele, de que valeria sobreviver?"

'O Jornal', 24.10.1980

Miguel Esteves Cardoso, Escrítica Pop, ed. Querco, 1982


sábado, 20 de dezembro de 2014

Regresso ao Passado



Um dos sinais da "ditadura" imposta pela Disney/Pixar (que tiveram o mérito de descobrir uma receita de qualidade, da qual entretanto abusaram ad nauseam) é os miúdos de hoje acharem que ir ao cinema é ver desenhos animados numa televisão gigante. Com pipocas na mão. 
Achei sintomático (e muito engraçado), quando levei os putos a ver o Charlot na semana passada, o ar radiante do Rodrigo quando lhe respondi que naquele cinema não havia pipocas. "YES !!!", gritou o petiz. Até a ele já fartam. Outra hipótese é a de o espertalhote ter dito aquilo que sabia que eu ia gostar de ouvir.
Mas há pior. 
Como todos os filmes que saem anualmente dos estúdios de animação são posteriormente dobrados por actores (ou não actores) portugueses, a miudagem nem sequer tem a hipótese de ir aprendendo uma língua nova.
Eu, com 8 anos, já tinha visto vários filmes e sabia quem era o Indiana Jones. Percebia a mentira que era ser actor e a fantasia. Que eram gente e falavam uma língua diferente. E que se queria perceber o que ali se passava, tinha de saber ler, e rápido !, para apanhar as legendas seguintes.
Ver outras famílias na tela fazia-me compreender melhor a minha. E saber que os heróis eram de carne e osso dava-me a ilusão de querer ser como eles. Também  sofria se as coisas começavam a dar para o torto.
Mas como ambicionar ser um cartoon ? Impossível. 
Há espaço para tudo e eu próprio adoro BD, mas aquilo a que assistimos hoje é que - quando o nível é "under 10" - o chamado cinema de animação seca o mundo todo à volta.
Já não estreiam os universos humanos. É tudo obra do computador. E agora, nem no Natal passam os que repetiam e repetiam todos os anos na televisão, porque - mais uma vez - é só bonecada.
E então a salvação é combater o crime.
"Pai, estou ansiosa por ver o Regresso ao Futuro - II !"

Depois de E.T., Charlot e do Marty McFly, eis algumas das nossas próximas sessões privadas:
1. A História Interminável
2. Os Goonies
3. Indiana Jones (todos)
4. Ghostbusters
5. Guerra das Estrelas
6. Gremlins
7. Sozinho em Casa
8. O Feiticeiro de Oz *
9. Música no Coração *
10. Hook
11. Mary Poppins *

* Há que ver que tenho duas filhas em casa e, apesar de tudo, estes sempre são clássicos.

sábado, 18 de outubro de 2014

domingo, 6 de julho de 2014

The Bad Boys

Quando a década de 80 terminou, acabava com ela uma dinastia bicéfala no mapa da NBA como quase sempre termina tudo o que dura há muito: com uma breve tempestade e dois relâmpagos brutais.
Dominados por duas equipas que dividiam à vez os títulos de campeão - Lakers, na costa Oeste, e Celtics, na costa Leste - os anos 80 haviam de trazer ainda, não sem estrondo, uma equipa forjada a pulso numa cidade industrial, uma cidade de óleo, tijolos e aço e para quem a infância nunca foi fácil. 
Foi assim que, em plena Motown, surgiram os Detroit Pistons. Uma equipa que além de acabar com o showtime de um Magic Johnson e o orgulho na tradição de um Larry Bird, ainda impediu a explosão imediata de Michael Jordan. Tudo em simultâneo ! No fundo, enterrando o velho mundo e abrindo caminho para o que estava para vir. Com pé-de-cabra. Foi a tempestade perfeita.
Se no ataque brilhavam os letais Isaiah Thomas, Joe Dumars, o "assassino silencioso", e John Salley, a "aranha", na defesa contavam com os assenta tijolos Bill Laimbeer, Rick Mahorn e um desperado chamado Dennis Rodman. 
A todos os Pistons responderam da mesma forma: de punhos e dentes cerrados até ao back-to-back dos títulos de 88/89 e 89/90.
The Bad Boys.




Em Lisboa, um miúdo (que até era Lakers) só podia mesmo render-se a estes rebeldes, e lá foi arranjar uma t-shirt e o boné dos Pistons que, 25 anos depois, recuperou num filme de 2 horas que viu pela noite fora. Qualidade ESPN.