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quarta-feira, 28 de junho de 2023
segunda-feira, 6 de julho de 2020
Il Maestro
«É importante que a música diga aquilo que não é dito no filme e aquilo que não se vê.».
Escutamos e aprendemos. Era isso que fazíamos enquanto descobríamos alguns dos grandes filmes que o cinema já deu.
Em comum quase sempre o mesmo nome: Ennio Morricone (1928 - 2020).
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domingo, 17 de fevereiro de 2019
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
quinta-feira, 21 de março de 2013
Dia Mundial da Poesia
- You see, there are too kind of people in this world, my friend. The ones who have loaded weapons, and the ones who dig. You dig.
'The Good, the Bad & the Ugly'
(antes de ser moda andar de barba, há uns quinze anos, andava o bloguer na faculdade e talvez se tenha inspirado no senhor de cima para deixar crescer a sua. A partir daí só raras vezes ela voou.)
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Curva apertada
'Trouble wiht the curve" é um filme pouco mais que mau. Mauzinho, vá. E nem é preciso pegar no título dado ao filme em português, ridículo como quase sempre.
A história (relação pai e filha, e da filha Advogada que tem olho para o negócio) é medíocre e os desempenhos fraquinhos. Do cantor que lá cai e da Amy qualquer coisa, insuportável no seu estilo beicinho hollywoodesco de lábios pintados de rouge.
Sobra, evidentemente, Clint. Felizmente.
Clint Eastwood é Clint Eastwood, e é sempre insuperável na interpretação que faz - creio mesmo - dele próprio (vide discurso para a cadeira vazia na campanha para as Presidenciais norte-americanas de 2012). O duro que agora é duro, velho e trata mal a vida.
Como aconteceu ao longo da sua carreira (com o western, o Jazz, o boxe e os carros), acho que o velho Clint quis fazer um filme sobre outro amor da sua vida - o baseball - e nesse capítulo o filme é perfeito. Nesse capítulo e no dos carros.
Uma vez mais, Clint, o velho, foi escolher dois ilustres: um Ford Mustang e um Buick cabriolet, anos '60.
Quando for grande talvez consiga um destes para mim.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
segunda-feira, 21 de março de 2011
"Não te deixarei morrer David Crokett" II
Há mitos que são sagrados. E não se destroem os mitos de qualquer maneira. Que levaram séculos a ganhar raízes. Que estão tão metidos cá dentro que são a verdade. E a herança merece cuidado.
Do Lucky Luke, que fumava cigarros de enrolar, perseguia os irmãos Dalton e afastava-se ao pôr-do-sol.
Do Tenente Blueberry, que jogava póquer, dormia com muitas mulheres e respeitava as tribos dos índios.
Dos outlaws Billy "The Kid", Jesse James, Sundance Kid e Butch Cassidy, que emboscavam diligências, bancos e comboios.
Mesmo que chamem Brokeback às Montanhas e já tudo se possa fazer.
E dói. Dói onde não podia doer mais.
Dói assistir ao testemunho de John Wayne, Jimmy Stewart, Henry Fonda, Charles Bronson (o "Harmonica Man"), Jean Maria Volonté ou Clint Eastwood assim atirado para uma escarradeira.
Todos cowboys ou simples desperados. Que montavam a cavalo, tinham um nome para a rifle, e bebiam whiskey ou bourbon. Com esporas que não eram um adorno e que entravam no saloon onde tudo calava. Terminavam, normalmente, o dia com um duelo e sacavam mais rápido o seu colt. Partiam à noite, deixando para trás com um beijo eterno a mulher amada.
E era bem. Era assim. Era do faroeste.
Era preciso repôr a calma.
Agora, está tudo em paz. Obrigado Senhor Jeff.
('True Grit', dos irmãos Coen)
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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
Hoje, no Tribunal de Beja
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