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sábado, 20 de novembro de 2021

domingo, 29 de janeiro de 2017

Overground



«A minha obsessão com a guerra na ex-Jugoslávia é a de corrigir a mitologia, porque a mitologia acerca desta guerra foi absolutamente falsa. A televisão transmitiu a ideia de que se criava um mundo novo, e não o que aconteceu na Terra. É o meu segundo filme sobre este período. (...) Uma frase de William Faulkner foi um dos principais motores deste filme; é aquilo que me é dito pelo pastor no momento em que quero matar-me: "Estúpido, se te matares, nunca te irás lembrar desta bela mulher [a linda e magnífica Monica Bellucci], nem do amor." (...)
(...) uma história dramática que é facilitada e suportada pelo ambiente exterior, pelo visual dramático e gráfico da Herzegovina, que fica a sul da Bósnia, mais próxima do mar, que, aliás, se pode ver a partir daquelas montanhas. E o filme, enquanto história de amor, é a minha segunda resposta àquilo que era a mitologia oficial imposta pelos media e por tudo aquilo que víamos e ouvíamos. Quis deixar espaço para o amor como ideia humana suprema.»

Emir Kusturica, in 'Medeia Magazine'

No Monumental, que ainda resiste.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

"La pelota no se mancha !" *



* A lenda continua. E hoje, canchas do mundo inteiro !, é dia de aniversário. Celebremos.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

"JE PEUT CHANGER LE MONDE !"


Mais: a história, Guerra Fria, Moscovo, KGB, um brilhante desempenho de Kusturica, o francês e o russo falados, a fotografia, Willem Dafoe (ainda que pouco) e Alexandra Maria Lara, sempre linda de morrer.


Menos: os actores a fazerem de Reagan, Mitterrand e Gorbachev. Não os punha, ou só de costas. Ainda todos nos lembramos demasiado deles.