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quarta-feira, 22 de julho de 2026

Dog(s) on Wheels


Amanhã regressam a Glasgow. 
Mas o Coliseu é sempre dos Recreios.

quarta-feira, 15 de julho de 2026

the talking head

 

David Byrne / Cascais

domingo, 31 de maio de 2026

casa Capitã

 


E a Maria Leitão a tocar e a cantar, e a continuar o seu caminho.

quarta-feira, 25 de março de 2026

S O L O

Ludovico Einaudi 
Coliseu dos Recreios

quinta-feira, 12 de março de 2026

segunda-feira, 9 de março de 2026

a Man of a certain age


Quando os viu pela primeira vez, em '97 (CCB), ali já a passar o auge da britpop, eles não eram pop. Eram assim uma música não muito feita naquela época de blur, oasis, suede ou pulp. Não eram rock. Rock puro então não eram mesmo. Não eram radiohead. Eram algo que ele não estava bem à espera. E não era fã. Tinha 20 anos e eles 26 ou 27. Eram novos mas pareciam velhos. Eles.

E ele não percebia, e só mais tarde. Os Divine Comedy vinham da velha tradição de "story telling", do teatro, baladeiros com drama e com graça. Barrocos, líricos, antigos e uma espécie de chanson française
Se vivessem na Irlanda celta e medieval seriam chamados de trovadores.
Aos 55, Neil Hannon tem finalmente a idade que sempre teve.

Ah, e a Aula Magna foi magna outra vez.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

the End

Mas antes maratona dos unplugged. 
For good time sake. 

domingo, 7 de dezembro de 2025

Ocie Elliot in the city

Depois de os termos aqui, hoje foi no LAV.

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

domingo, 23 de novembro de 2025

Fado-fusão



Lina era uma coisa dela. 
Primeiro apareceu um CD, depois outro e a seguir mais um.
Também chegaram os bilhetes. Sala pequena, a Luís Feitas Branco no CCB. 100/150 lugares. 
A Lina era coisa dela, mas a surpresa foi minha.
Do vozeirão já sabia. Afinal tinha ouvido os discos. O que não sabia era do piano. De Marco Mezquida, este catalão que vem do jazz. 
E a noite, que não foi fado, embora fosse, foi muito mais. Foi uma espécie completa e nova, um caminho que até pareceu dar a zarzuelas, habaneras, ao choro e ao jazz. E, no entanto, ao fado.

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

quinta-feira, 17 de julho de 2025

A Woman

(Coliseu de Lisboa)


"tristeza"
"sem esperança" 
"ressaca" 
"despedidas" 
"finais"
"morrer"

Quando lançou o seu último disco (que adquirimos logo que pudeste), estas eram algumas das palavras que usou para o descrever e
 anunciar a nova digressão, a que ontem tivemos o privilégio de assistir. 
A Beth Gibbons é nossa desde os PORTISHEAD (ainda andávamos na Faculdade). E é nossa desde depois. Quando trabalhou com Rustin Man. As etiquetas deste post dizem qualquer coisa de como é nossa esta mulher. E do que nos faz quando a vemos ao vivo em concerto.
Ontem voltámos. 
Tímida, sem plumas ou lantejoulas, entra e entram e canta e começam a tocar. Não diz nada. Ninguém diz nada. Canta. Não diz quem é (não precisa) e não apresenta ninguém. Canta. Tocam. Uma canção e outra e outra. Como se estivesse numa casa em frente ao oceano ou no meio de uma floresta. E ninguém a pudesse ouvir. Excepto um pássaro. 
Ao fim de bastante tempo, agradece-nos, envergonhada, contorcendo-se sem jeito, se a deixassem fugiria ou enfiava-se palco abaixo, quase nos pedindo desculpa por nos ter tirado de casa para a ir escutar àquela hora a meio da semana.
"Lives Outgrown" são aquelas palavras de cima. É a beleza das coisas tristes. Como os dois bocados do "Out of Season" que escolheu para dar mais. E como se não bastasse esse tanto, ainda termos "Roads" e "Glory Box" (Dummy).

Mas ali também havia outras palavras. "Tens de ser corajosa" dizia ela. "Whispering Love".

sexta-feira, 11 de julho de 2025

Bill Callahan



Teatro Tivoli. 21h45m. Um homem. Um pedal para o prato, outro para um bombo. Uma guitarra e uma voz. Grave. A mais grave. Bill Callahan é o homem dos quatro instrumentos. 
A solo. 
Diz que vem por pouco tempo porque tem mulher e dois filhos e, de contrário, "eles vão perceber que não precisam de mim e lá terei que voltar para a rua com uma mala e sem ter para onde ir."
A solo.

sábado, 5 de julho de 2025

Sai(u) de Casa


(foto: Matilde)

Conheci a Maria pequena, teen isto é. É filha do Ricardo, um amigo de há 30 anos quando estudávamos Direito (ele menos) e nos púnhamos sobretudo a olhar para as miúdas no bar da faculdade a escolher a mais gira. Falávamos de música, dos Floyd, política às vezes, e sextas à noite íamos p'ró Bairro. No anfiteatro gozávamos com os profs. Depois ele deixou e foi para cinema. Fez bem. E escreveu um livro que até hoje espera para me dar. 
Mas a Maria.
A Maria escreve e compõe. E toca piano. E canta. E tudo isto bem. Tão bem. E já dá concertos no MusicBox a suarmos. O primeiro de sempre. E vai lançar agora um disco produzido pelo MARCELO CAMELO. Também estudou e também deixou o Direito. Fez bem. Andou no jazz (Hot) e isso notas (e acordes). A Maria é um pop bom. Tranquilo. De quem está a nascer mas já tem a dizer. Em crescimento. Sem dramas nem revoltas. Bem resolvido. E em português. De voz rouca e fresca como se fosse um pequeno ribeiro que começou a escorrer entre rochas de granito.
A Maria Leitão. A miúda faz-se.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2024

domingo, 27 de outubro de 2024

quinta-feira, 26 de setembro de 2024

sexta-feira, 19 de julho de 2024

Corazón Atlantico

 


Manu Chao
"Estamos juntos, Seixal !"

quinta-feira, 20 de junho de 2024

Glen Hansard no LAV


Gostamos deste homem. Desde Swell Season. Um bom homem. Humanista. Bom músico. Da nossa Irlanda. Das fogueiras e dos solstícios. Nunca tinham tocado em Lisboa. Não tinham dinheiro. Foi hoje. No armazém. Para 150 pessoas no máximo. 

domingo, 9 de junho de 2024

Bêlêza !


E um grande Saravá ao meu amigo Diogo 
(que me alertou antes que esgotassem)