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domingo, 13 de maio de 2012

Foda-se...


[contracapa de 'Alice', banda-sonora para o filme]

"A composição da música passou por um processo doloroso (não menor do que aquele por que passou toda a equipa do filme, diga-se), na representação do vazio e da angústia máxima causados por aquela perda; consegui apenas imaginar o inimaginável para um pai."

Bernardo Sassetti, 2005 

sábado, 12 de maio de 2012

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Foda-se !


Bernardo Sassetti

24 de Junho de 1970
-
10 de Maio de 2012

domingo, 20 de novembro de 2011

Obrigado, ó Deus !


Foi hoje.
CCB.
Laginha, Burmester e Sassetti.

Escutar o "Fevro" do Gismonti, depois os clássicos Bach (by Grieg) e WA Mozart, e de um salto Pichinguinha, Heitor Villa-Lobos e Zeca Afonso, todos saídos das mãos deste trio, mata-nos a fome.
Obrigado também Laginha pelo teu "Choro Feliz" e Sassetti pelo gigante "3+1".


Dia 25 reúnem-se outra vez.
Mas quem não foi a tempo, já não vai a tempo.
 "O primeiro concerto era dia 25, mas esgotou. Queríamos fazer outro, mas nenhum podia depois. É a primeira vez que o segundo concerto vem antes do primeiro!", Laginha dixit.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Trem Azul

A Trem Azul é a melhor loja de discos de jazz de Lisboa.
Aliás, nos tempos que correm, depois de terem acabado com a Valentim de Carvalho, a Discoteca Roma, e tantas outras pequenas lojas de discos que, para mim, eram como se fossem pastelarias, é quase a única loja de discos da cidade. 
Tudo o resto são grandes armazéns onde se vendem CDs, livros, gadgets, aparelhos informáticos, televisões, molduras, máquinas de lavar roupa ou louça, ferros de engomar, brinquedos e tantas outras traquitanas que consomem prateleiras.
A Trem Azul é a melhor loja de discos da cidade. Às vezes também dão lá concertos.
Fica na Rua do Alecrim, nº 21A, como quem vem do Cais do Sodré para o Chiado, numa cavezinha que quase não se vê da rua (que é a subir). Apenas o letreirozinho azul que é a tradução de um dos álbuns mais célebres do jazz. Um disco de John Coltrane. Como se só fosse possível dar esse nome a uma discoteca de jazz.
Descem-se umas escadinhas e entra-se em Blue Train.
Vim de lá agora.
Escolhi dois discos, fiz uma audição rápida e comprei-os.
"Groovy", um disco de 1957 do trio de Red Garland, com Paul Chambers no baixo e Art Taylor na bateria, cheio de ritmo e do swing que se pede ao jazz para ser jazz.

E o último do trio de Bernardo Sassetti, lançado em Abril.
"Motion", além de nos revelar as maravilhas do panorama do jazz português, com o piano inconfundível de Sassetti e os brilhantes Carlos Barreto (no baixo) e Alexandre Frazão (bateria), vem ainda acompanhado de uma série de fotografias tiradas pelo mesmo Sassetti que nos lembram que a arte existe e está em todo o lado. Basta olhar. Simplesmente arrebatador.

Oiço-os agora.

(De repente é verão em Lisboa e eu acho que a única forma de se andar na cidade é na Vespa. E depois sobe-se a rua do Alecrim, sempre no meio dos carris do eléctrico, para não cair, passa-se no Chiado, vêem-se raparigas bonitas a beber qualquer coisa no quiosque de refrescos do Largo Camões, dá vontade de parar, paramos, voltamos, vislumbra-se o cauteleiro, raspamo-nos pelo Príncipe Real e pela rua da Escola Politécnica até ao Rato. Nos carros, a malta torra.)