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segunda-feira, 15 de junho de 2026

the right thing

 


Não eram a "sua" equipa, mas Nova Iorque era uma das suas cidades. 
Não eram a minha equipa, mas quando comecei a olhar para o fenómeno, com 13 anos, já não ganhavam o título há 20. Ainda os vi nas finais contra os Rockets em '94 e 7 jogos à negra (e que jogos !). Mas, mesmo sem Michael Jordan pela frente, não dava. E ainda lá voltaram outra vez antes do final do século, mas não dava mesmo. Parecia fatal. Parecia que no topo do Madison Square Garden só podiam ser hasteadas as camisolas das estrelas já retiradas.

E entretanto, passaram mais 30 e tal anos. Demorou mais que os Milwaukee, mas acabou. De facto, tudo tem um fim. Os Knickerbockers são campeões. 
O Pat Ewing já pode dormir em paz. O Spike Lee também. 

quarta-feira, 7 de julho de 2021

quinta-feira, 14 de maio de 2020

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

sábado, 15 de setembro de 2018

sábado, 8 de setembro de 2018

sempre a dar bronca

Kaleem Aftab: You've used present-day documentary footage to emphasise action in a fictional feature film before - the Rodney King beating at the start of Malcolm X, for example. What is the power of mixing modern documentary footage into period fiction?
Spike Lee: (…) I was in Martha's Vineyard last August 11th and 12th when that debacle happened in Charlottesville. We did not go into production on BlacKkKlansman until the fall, and I was really moved watching what was happening on TV, on CNN, and really it was David Duke, the alt-right, neo-Nazis and the Klan that wrote the ending for BlacKkKlansman that was not the original ending. Those motherfuckers wrote the ending at the expense of the life of Heather D. Heyer [killed when a car was driven into a crowd of counter-protesters]. Once that happened in August, I always knew I had my ending. I just didn't write it.