O Pat Ewing já pode dormir em paz. O Spike Lee também.
Fernando Trueba, monstro outra vez.
«A nossa música mata-nos. Mata-nos para nos ajudar a renascer neste mundo.»
Eu avisei que Mikaël era um caso sério. E, no final, ainda aparece o Giant para encerrar a "porta" da trilogia.
Tinha ido almoçar com o meu Pai, num restaurantezinho ali na Visconde Valmor, entre a 5 de Outubro (onde ele trabalhava) e a António Augusto de Aguiar (eu). Quando cheguei ao escritório, o primeiro avião já tinha atingido a Torre Norte. Um solicitador tinha a televisão ligada na CNN ou noutro canal de notícias, e, por isso, vimos o segundo avião em directo.
Tu estavas na Tunísia. Liguei-te. Também já sabias o que tinha acontecido. Era suposto chegares no dia seguinte, mas, naquela altura, ninguém sabia se algum avião no mundo inteiro iria levantar voo.
In 1992, "I spent about a month walking up and down First Avenue with my Hi-8 camera early in the morning ... asking shopkeepers if it was alright to tape them lifting their gates." Watch @neilgoldberg's Op-Doc here. https://t.co/nUsruKngkD pic.twitter.com/0VTMjcqjIB
— New York Times Opinion (@nytopinion) March 16, 2021
"Lou Reed recorded the album Berlin in 1973. It was a commercial failure. Over the next 33 years, he never performed the album live. For five nights in December 2006 at St. Ann's Warehouse Brooklyn, Lou Reed performed his masterwork about love's dark sisters; jealousy, rage and loss."