terça-feira, 15 de setembro de 2026
Jim
segunda-feira, 14 de setembro de 2026
"Wide Open Spaces"
Em África. No deserto. No Canadá, na Islândia ou no Alentejo. Um dia na Califórnia, em Yosemite e Yellowstone. É preciso.
sábado, 12 de setembro de 2026
quinta-feira, 11 de junho de 2026
Pronto para o Mundial.
Each new World Cup becomes the biggest media event in history, judged by numbers of TV hours consumed and clicks generated. The tournament is a global carnival that dramatises the role of luck in human affairs, teaches us the psychology of biting, and offers us a peek into the collective Uruguayan soul, all while giving glimpses of undying genius and inspiring a worldwide conversation. For the host country, the World Cup is usually a voyage of self-discovery. Autocrats from Mussolini to Putin have tried to get in on the action.»
segunda-feira, 25 de maio de 2026
the Last Show
Estão no bom caminho.
sexta-feira, 8 de maio de 2026
quarta-feira, 22 de abril de 2026
sábado, 3 de janeiro de 2026
sexta-feira, 19 de dezembro de 2025
quinta-feira, 11 de dezembro de 2025
os primos da américa
«Natural do Pico, João Filipe era um pesquisador de ouro dos muitos que acorreram à Califórnia em meados do século passado. Sem sorte, foi obrigado a recorrer aos militares e trabalhar como aguadeiro num canto perdido da fronteira índia, Fort Kearney, no Nebrasca.
domingo, 30 de novembro de 2025
sábado, 29 de novembro de 2025
sexta-feira, 24 de outubro de 2025
segunda-feira, 20 de outubro de 2025
a ilha da Utopia
Vi muita gente criticar a Flotilha. Aqui no nosso paízito. Tudo certo. Todos temos liberdade de opinião.
Mas vi sobretudo pessoas que criticavam a Flotilha por levar quem levava na Flotilha. E não era a Sofia Aparício.
Perante o genocídio em curso, o mais grave momento da história da humanidade neste século XXI, houve pessoas (não poucas) que partiram em direcção a Gaza tentando furar o cerco, levando alimentos, medicamentos e o bem mais precioso que possuem: a sua própria pessoa. Enfim, levavam ajuda humanitária. É o que isto era. Porque sabemos que Israel não deixa entrar qualquer camião das Nações Unidas em Gaza. E não deixa ninguém entrar e sair. E porque sabemos (sabemos bem demais) que, a pretexto do atentado de 7 de Outubro, quer aniquilar um povo. E limpá-lo dali para fora. E fazer um resort, a riviera do Médio Oriente (com o padrinho Sam). E não quer testemunhas.
E perante tudo isto, há pessoas que criticam outras porque foram. Porque foram, e porque - aqui é que reside o ponto - são de determinada facção partidária e/ou ideológica. Não interessa se iam em paz, se eram imensas e de tantas nacionalidades, credos e convicções diferentes, se (até) arriscaram a vida, nem se foram atingidos, nem se foram presos e mal tratados. Ou se Israel violou o direito internacional (porque as deteve em águas internacionais). O que importa, para tais pessoas, é quem lá ia, porque, afinal de contas, seria "propaganda". É pena. É pequeno. E é triste que tenham passado ao lado do lugar certo da História.
Para mim, que não pertenço a partidos, as pessoas da Flotilha foram sobretudo corajosas. E foram solidárias. E demonstraram que "nunca mais" é "nunca mais para toda a gente", deixando claro, again and again, que o governo de Israel faz, e pode, tudo aquilo que quer. Foi esse o legado da Flotilha. Confrontar novamente (nunca será demais) o todo poderoso governo de Netanyahu.
Por isso, ainda bem que tivemos portugueses a navegar o Mediterrâneo. Fico satisfeito, não pelo desfecho (previamente anunciado), mas porque ainda há pessoas, e civis !, que se interessam e mobilizam pelos outros. E arriscam o que têm e saem do conforto da sua liberdade. Para estender uma mão, para mostrarem a outros que não estão sozinhos. Porque num tempo de indiferença e omissão geral, ainda acreditam em Utopias. E isso, hoje mais do que nunca, é fundamental.










