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segunda-feira, 21 de março de 2022

quarta-feira, 6 de outubro de 2021

A Bright Ray (of writing)

 


«I believed that if Mary came to the show, I could do it - I could give our marriage one more try. (...) 
I felt sure she would come to the play, see how hard I was working, see that I was a part of something of worth, and remember the man she fell in love with - though I hardly resembled him. From the wings, I searched the twelve hundred faces in the house - looked at every pair of eyes. She wasn't there.
Not yet.
There were two empty seats right front and center - and if she were to come, she would certainly have great seats and be late - so maybe. The facts were lining up against me, however. I just kept hoping I was wrong, like maybe the earth could spin in a different direction, or dogs could talk, or flowers could blossom in a blizzard; anything so that the discomfort of a long drawn-out divorce could be dodged. Starting over seems so impossible when you don't know how far back you need to travel.» 

sábado, 3 de julho de 2021

terça-feira, 11 de junho de 2019

INDEH


«Quando éramos novos, andávamos por este país, de Este a Oeste, e não encontrávamos ninguém senão os Apaches.
Depois de muitos Verões, voltámos a andar e descobrimos que uma outra raça de pessoas tinha vindo tomá-lo. 
Porquê ?»

quinta-feira, 3 de março de 2016

O ano dos Jazz biopics

E eu quero todos !


'Miles Ahead' (Don Cheadle é Miles Davis)




'Born to be Blue' (Ethan Hawke é Chet Baker)





e 'Nina' (Zoe Saldana é Nina Simone)


quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Julie

É um nome bonito.

É também o nome de uma actriz que faz música e canta. Bem.
Acho que me apaixonei logo por ela quando a vi em “Antes do Amanhecer”.
A culpa foi do comboio. Parecia que estava outra vez num inter-rail a caminho da Europa.


Depois vi-a casada e a divorciar-se no “Branco”, da trilogia do polaco Kieslowski. Uma mulher bela e quase angelical. Como uma miragem daquilo que acontece entre ela e o marido.
Julie sempre foi um nome bonito. Julicioso. E cantado. Os Beatles tiveram uma ‘Julia’ no mítico “White Album” e os Pink Floyd cantaram um ‘Julia Dream’.
Mais tarde voltei a encontrar a Julie no “Before Sunset”, o amor depois da maioridade, filme da livraria e de canções como esta.