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sábado, 25 de maio de 2019
quinta-feira, 11 de outubro de 2018
sábado, 18 de outubro de 2014
domingo, 15 de julho de 2012
Alive, She Cried: 1º Andamento
2012 - Citizens not Subjects
[foto: andré]
Nem toda a gente pode saber. Podemos tentar, mas ninguém fica realmente a saber.
A culpa não é nossa. É de quem não foi. Que não é qualquer afortunado que escolhe um concerto num sábado à noite, onde escutamos os melhores sotaques do mundo, e o que gostamos disso !
A culpa não é nossa. É de quem não foi. E, portanto, todos os adjectivos não servem para chamar àquilo que se viveu com o Sr. Robert Smith.
Os Cure 2012 não foram um ensaio, nem uma cerimónia, ou, mais simplesmente até, um grupo que anda na estrada há 30 anos.
O que assistimos foi a vida a rebentar pelos poros, ao desfiar dela toda à nossa frente, misturando-se passado, hoje e amanhã. Em 3 horas que não foram só intensas e totais.
3 horas que não são para todos. Que foram verdadeiras. E a verdade tem algo de insuperável. Que fica.
E é isto que não compreendem todos os Joões Bonifácios que há no mundo e que amanhã vão estar sentados numa cave ou num sótão da avó a escrever que tudo o que se passou já era esperado, enquanto se encostavam bem atrás numa cadeira VIP com óculos escuros espetados para não serem reconhecidos.
Hoje em dia estão na moda os festivais. E tudo o que é aldeia tem que ter um. É mesmo assim.
A arte não está em dizer mal porque é festival. A arte é saber separar o trigo do joio. Abram as cabeças e deixem os sofás, meus senhores.
E a verdade, dizia ontem a guitarra de um esgotadíssimo Robert Smith, a verdade é que em 2012 somos CITIZENS NOT SUBJECTS !
P.S.: Guitarra-folk, um banjo, contrabaixo selvagem, um bombo, teclas e uma voz do cacete. Às vezes também um violino arranhado até saltarem cordas, um trombone ou uma slide-guitar. Mumford & Sons escreve-se com estes instrumentos e dão-nos música do caraças !
sábado, 2 de junho de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Wish Tour
remember how it used to be
when the sun would fill up the sky
remember how we used to feel
those days would never end
those days would never end
(...)
it was the sweetness of your skin
it was the hope of all we might have been
that fills me with the hope to wish
impossible things
but now the sun shines cold
and all the sky is grey
the stars are dimmed by clouds and tears
and all i wish
is gone away
all i wish
is gone away
all i wish
is gone away
segunda-feira, 20 de junho de 2011
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Show me, show me, show me how you do that trick...
Não conheço os Cure desde sempre. Surgiram nos anos 80 e, nessa altura, os sons ainda demoravam um tempinho a chegar cá.
Os Cure não eram nada alinhadinhos. Robert Smith era uma personagem meia estranha, amaneirada, quase andrógino. Música que só era ouvida em certos locais. Não eram os Smiths, os Cock Robin, os Tears for Fears ou Lloyd Cole. Não tinham nada com os Duran Duran, os Spandau Ballet ou os A-Ha, Housemartins ou INXS. Muito menos com os Dire Straits.
Quando, em Outubro de 1987, foi lançado "Just like Heaven", do álbum "Kiss me, Kiss me, Kiss me" eu tinha 9 anos, quase 10. Começava a descobrir a música. Ouvia o que passava na rádio e lambia os vinis dos meus pais. Não tinham Cure. Óbvio.
Até que em 1992 um primo que tenho no Porto, oito anos mais velho que eu, ofereceu-me o "Wish" dos Cure. Foi um dos meus primeiros CD's e uma novidade total. Lembro-me que fiquei a olhar para a capa do disco um bom par de horas. Feito parvo. Espantado por ter tido a honra de receber um disco de uma banda que os meus amigos não ouviam. Claro que, nessa altura, já os conhecia, mas a partir daí fui recuperar os sons para trás.
Hoje, no Porto, lembrei-me destes tipos. No "Café Candelabro", uma miúda (para aí de 18 anos), parecia saída da London 80's. Penteado e roupa. Provavelmente a estudar Belas-Artes.
Embora no Café tocasse um gigantesco blues, guitarras a apertar acordes e solos tremendos, este foi o som que pairou na minha cabeça. Um grande som.
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Porto sentido
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