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sexta-feira, 5 de junho de 2026

Finalíssima

 


Uma bela história. Quiçá o maior, e mais improvável, comeback de uma final.
Mas, convém não esquecer, no ano seguinte é o Benfica quem os elimina nos oitavos da Champions
Só para pôr as coisas no seu devido lugar.

quinta-feira, 3 de julho de 2025

Diogo Jota (1996 - 2025)



Gostava de o ver jogar. Classe dos pés à cabeça e um avançado irreverente e felino.
Uma tragédia do caraças, uma notícia incompreensível e chocante e uma história tão dramaticamente portuguesa.

sexta-feira, 26 de junho de 2020

sábado, 1 de junho de 2019

Loverpool


A camisola para o jogo do meu próximo sábado de manhã.

terça-feira, 7 de maio de 2019

sábado, 26 de maio de 2018

Always a Red

 

... mesmo com os dois auto-golos do guarda-redes.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

O ladrão de bicicletas


O golo para mim é mais do que uma coisa só bela. É sagrado. Quando bem executado, é um pequeno miracolo. Como o deste rapaz do sul de Itália, vai para 10 anos.
Com uma equipa no mínimo estranha, o Benfica até já tinha eliminado o Manchester United (de Sir Alex, Van der Sar, Rio Ferdinand, Giggs, Scholes, Rooney e do nervoso Ronaldo). E tão pouco tempo depois do passamento de George Best... Parecia bênção.
À Luz voltavam as míticas quartas-feiras europeias e há anos sem chegar tão longe na maior competição do planeta, numa espécie de oblivion desportivo.
Agora, era o Liverpool pela frente, com números dourados nas costas por ser campeão europeu em título.
Mas foi assim que o Benfica chegou aos quartos de final. Primeiro 1-0 em casa, eu e o mano e uma cabeçada do Luisão. Depois, melhor ainda. 2-0 em Anfield Road, e um amigo a captar no telemóvel o momento final e o eco de "Mi, Mi, Miccoli".
Simão até já tinha feito um golo de bancada para nos pôr na rota do Barcelona, mas a bicicleta ou moinho de Fabrizio, esse é que era o tal. Um golo que não era suposto, porque a bola vinha gelada dos pés tortos do Beto, e teve que ser Miccoli a corrigi-la para o lugar merecido. Picou a bola para a acalmar, levantou a jeito e fez um quadro. Num remate que acaba o jogo em grande beleza. E que faz do golo dádiva e verdadeiro cinema. 

Miccoli terminou hoje a carreira. Mas é já eterno.


domingo, 17 de maio de 2015

A Luz de um Capitão



Steven Gerrard, eterno capitão do Liverpool, retirou-se ontem do clube que o viu nascer para o futebol.
27 anos depois de ter chegado, deixa o legado de uma Liga dos Campeões (ganha de forma trágica e bela a um atónito Milan que vencia por 3-0 ao intervalo), uma Taça UEFA, uma Supertaça europeia, 2 FA Cup, 3 taças da Liga e um Community Shield. Mas mais que isso, o que deixa é a Referência. Por muitos e bons anos.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

O Sport Europa e Benfica


Como já aqui escrevi, sou do Benfica por causa do Belenenses. Sem pai que amasse o futebol e me levasse ao Estádio e com as outras referências familiares acorrentadas a um inexplicável e atormentado sportinguismo, sobravam-me a rua e a liberdade.
Mas foi com o Benfica europeu que me apercebi da chama universal deste clube. Com as eliminatórias contra o Steaua, com os discursos do grande Diamantino, com a final da TCE contra o PSV (e como ela me doeu na biqueira da alma !), com os derbies contra o Liverpool nos anos 80 (mesmo goleados), com a épica meia-final contra o Marselha e a honesta mão do Vata. Com a final contra o Milan logo a seguir, assistida na poltrona nervosa do velho amigo, que as eliminatórias contra o Arsenal, a Juventus em '93, o 4-4 contra o Bayer em '94 e a impossível (ainda hoje) meia-final contra o Parma insistiam em ferrar com o espeto em brasa.
Foram estas quartas-feiras que cimentaram em mim o valor Imensidão. Eu que, ó castigo!, não nasci a tempo dos gloriosos anos 60 !
Depois cuspiram-nos para os Celtas, os Espanhóis, os Getafes e outras tristezas que nem vale a pena contar aos filhos.
Mas há pouco tempo O Benfica devolveu-nos ao seu lugar por direito e eliminámos o Manchester United de Cristiano, Giggs e Ferguson, o Liverpool (campeão europeu em título), com golos de sonho em Anfield. Ainda batemos o pé ao Barcelona (e como !), o futuro campeão europeu desse ano.
Mais recentemente ainda, regressámos a duas finais consecutivas, contra Chelsea e Sevilha, ganhas em glória a Fenerbache e Juventus, mas perdidas vá-se lá saber porque Bella Guttmans. Em ambas carimbei o passaporte com o mano e parceirinho querido. Respirar o velho benfiquismo durante todo um dia, que dura dois ou três, e gritar aos céus Viva o Benfica!
Por isso, sermos afastados (sim, falo no plural !) antes do fim do ano de todas as competições europeias, para mais contra o bafiento e horrível Hulk, e saber que a meio da semana não nos vamos pisgar mais cedo do trabalho porque o Benfica joga, e ter que explicar em casa que este ano acabou, raia o limite do insuportável.
Os doutores que digam que não temos "equipa Champions". Para mim o que fica é a saudade de saber que nos próximos meses os aeroportos do velho continente não se vão encher com os melhores adeptos do mundo, com a cor mais linda que há no sangue, e isso é muito triste. Porque nos impede de sonhar.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

You'll never walk alone !


Steven Gerrard, o eterno capitão do Liverpool, nunca celebrou um campeonato com as cores dos reds. Ou vestiu camisola diferente.
Está há 16 anos na equipa principal do clube e a última vez que em Anfield se viram as faixas de campeão foi em 1990.
Ontem, a vitória frente ao City (conseguida a escassos minutos do fim) colocou-os em primeiro lugar na classificação e o sonho ficou mais perto.
Ontem, passavam também 25 anos sobre a tragédia de Hillsborough, a meia-final da F.A. Cup em que 96 adeptos do Liverpool morreram esmagados, um dos quais primo de Gerrard com 10 anos.
Depois disto, Gerrard já não deixa fugir o título.
As lágrimas do fim do jogo são todas as emoções de uma vida inteira a dizerem chega !