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quinta-feira, 30 de outubro de 2025

letter to a friend

É quase meia noite. Neste dia, em 1993, à porta do "Viper Room", um clube nocturno em L.A. que pertencia a Johnny Depp, um jovem de 23 anos caía para nunca mais. Era actor, um dos melhores da sua geração. Gostávamos dos filmes dele. Ia actuar com a sua banda onde também tocavam dois elementos dos Red Hot Chili Peppers. Mas estava a ter uma overdose. E a namorada, Samantha Mathis, e o seu irmão, Joaquin, assistiram a tudo sem poder nada. 

Ficou ali para sempre. O seu nome era River Phoenix.

Mais tarde, em 1996, Michael Stipe, havia de escrever-lhe uma carta que nunca lhe enviou. 

Entregou-a no álbum "New Adventures in Hi-Fi". É quase meia noite e hoje lembrei-me disto.

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

sexta-feira, 12 de abril de 2019

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Jokerpot !


sábado, 11 de novembro de 2017

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Quando a cadeira cansa

É o filme que cansa.
Uma boa fotografia, cenários razoáveis da Nova Iorque dos anos 20 e um par de actores - Marion Cotillard e Joaquin Phoenix - que não sabem fazer mal feito, não chegam para o tornar numa história memorável. E podia até ter sido. Deviam erguer o desperdício a pecado capital. 
E não tem a ver com a duração. O "Era uma vez na América" tem quase quatro horas e nunca perde o balanço.
'A Emigrante' até começa bem, mas para o meio perde-se num conjunto de momentos já vistos e que não dão para surpreender, excepto quando se precipitam, e aí são uma desfeita. Sempre sem abandonar verdadeiramente o signo da morte lenta, assente no cliché mais velho do mundo: ela, a mulher infeliz e desgraçada a quem a vida só diz não; ele, o explorador pecaminoso que acaba em redenção.
Sobra-nos, de facto, a beleza e desempenho de Marion e uma grande cena final de Phoenix.

domingo, 19 de dezembro de 2010

um pontapé na Holly-fucking-wood


Genial. É o que é.
Um trabalho genial. Representação de si próprio. Representar o que foi, mas não é. A ficção da realidade. A realidade da ficção. É o trabalho deste filme. Dá trabalho. Baralha. Obriga o cérebro a saltar constantemente no balanço desta dualidade.
Dois anos nisto. Enganar o mundo. Intrujar a sociedade burlesca de hollywood. Provocar sujando o nome. Phoenix. É preciso tomates.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Representar na vida real - um actor do caraças !

Antes (Fev. 2009)


Depois (hoje de madrugada)


This is Joaquin Phoenix. Still here !