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quarta-feira, 20 de novembro de 2024

Nadal más

 


Foi espectacular. Um dos três maiores de sempre. Sem escala. 
Acompanhámo-lo sempre: aqui e aqui e aqui.
Foi um suserano. 
Mas também é a vida. Se acabó.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

o duelo Rafa vs Djoko está a tornar-se uma tortura



Qualquer dia estes super-homens inumanos caem para o lado.

Ontem Djoko não deu qualquer hipótese ao "Adónis" dos courts. 
Uma entrada de fogo e um Tsisipas demasiado irregular foram suficientes.

sábado, 24 de setembro de 2022

Federer

Ontem à noite, um Senhor despediu-se do ténis. Com a mesma elegância com que sempre entrou no court.
Citando McEnroe, total class act !

quarta-feira, 3 de agosto de 2022

centralismo

Clube de Ténis de Monsanto

sexta-feira, 29 de julho de 2022

day break

Estádio Universitário de Lisboa

segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

nada como a surpresa infinita da imprevisibilidade humana


... ou mais uma razão para não me virem falar na beleza dos algoritmos.


P.S. Obrigado Tomás pelo envio do gráfico.

quantos capítulos pode ter uma lenda ?


domingo, 19 de dezembro de 2021

Orgulho de pai

CIF - Torneio de Natal 2021


(meia-final)
 

(1° lugar)

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

que privilégio de época !

 


E pensar que entre estes dois brutais rivais, ainda se veio intrometer Djoko, outro absurdo competidor. 
E que os três em conjunto somam 60 Grand Slams (20 / 20 /20) !

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Domingo Desportivo - parte I



O maior de sempre em terra batida. 
Há nove anos anotávamos a vitória no Roland Garros.
Há cinco, a .
Hoje é a 12ª. E pelo caminho despachou o campeoníssimo Federer em três sets e duas horas, de cujos 20 títulos de grand slam se aproximou um pouco mais.
Enfim, já não há palavras para Nadal. É bater palmas.

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

tudo menos serena

[Mark Knight]

Depois do árbitro, agora é a vez do cartoon. 
Racista e sexista seria não escrever ou desenhar sobre o tema. Como racista e sexista teria sido desculpar o comportamento de Serena Williams em campo quando tinha acabado de partir uma raquete e chamado o árbitro de mentiroso e ladrão. 
Leiam Navratilova.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Estoril Sousa




João Sousa é o primeiro português a conquistar o Estoril Open

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Depois venham-me falar de pressão


«Aquele é o Jim Brown, sussurra o meu pai. O maior jogador de futebol americano de todos os tempos.
É um bloco de músculos enorme, com roupa de tenista e meias brancas caneladas. Já o tinha visto em Cambridge. Quando não está a jogar ténis a dinheiro, está a jogar gamão ou dados - também a dinheiro. Tal como o meu pai, o Sr. Brown fala muito de dinheiro. Naquele momento, estava a queixar-se ao sr. Fong de uma partida a dinheiro que fora cancelada. Era suposto jogar com um tipo e o tipo não apareceu. O Sr. Brown está a descarregar as suas frustrações no sr. Fong.
Vim para jogar, diz o Sr. Brown, e quero jogar.
O meu pai aproxima-se.
Quer jogar uma partida?
Sim.
O meu filho Andre joga consigo.
O Sr. Brown olha para mim e depois para o meu pai.
Não vou jogar com um miúdo de oito anos!
Nove.
Nove? Ah, bom, não tinha reparado.
O Sr. Brown ri. Alguns homens que ouviram também se riem. É óbvio que o sr. Brown não leva o meu pai a sério. Grande erro. Basta perguntar ao motorista de camião que ficou estendido na estrada. Fecho os olhos e vejo-o, a chuva a bater-lhe no rosto.
Olhe, diz o sr. Brown, eu não jogo para me divertir, está bem? Jogo por dinheiro!
O meu filho pode jogar consigo por dinheiro.
Senti uma gota de suor a começar a descer pela axila.
Ah, é? Quanto?
O meu pai ri e diz: Aposto a merda da minha casa.
Não preciso da sua casa, responde o sr. Brown. Já tenho uma. Digamos dez mil dólares.
Feito, diz o meu pai.
Avanço para o court.
Calma, diz o sr. Brown. Primeiro quero ver o dinheiro.
Vou a casa buscá-lo, responde o meu pai. Volto já.
O meu pai corre porta fora. Sento-me numa cadeira e imagino-o a abrir o cofre e a pegar num monte de dinheiro. Todas aquelas gorjetas que o vi contar ao longo dos anos de trabalho, em todas aquelas noites de trabalho árduo. Agora vai apostar tudo em mim. Sinto um peso no meio do peito. Estou orgulhoso, claro, por pensar que o meu pai tem tanta confiança em mim. Mas, acima de tudo, estou apavorado. O que é que vai acontecer comigo, com meu pai, com a minha mãe e com os meus irmãos, já para não falar na avó e no tio Isar, se eu perder?
Já joguei sob este tipo de pressão antes, quando o meu pai, sem me avisar, escolhe um adversário e me ordena que o derrote. Mas é sempre outro rapaz e nunca há dinheiro envolvido.
(...) Esta coisa com o sr. Brown, todavia, é diferente, e não é só porque as economias da família estão em jogo. O sr. Brown desrespeitou o meu pai e o meu pai não pode pô-lo a dormir. Precisa que seja eu a fazê-lo. Por isso, esta partida é mais do que uma questão de dinheiro. É uma questão de respeito, virilidade e honra – contra o maior jogador de futebol americano de todos os tempos. Preferia estar a  disputar a final em Wimbledon.
(...)
O meu pai regressa. Traz uma mão cheia de notas de cem dólares. Sacode-as no ar. De repente, o sr. Brown muda de ideias.
Eis o que vamos fazer, propõe o Sr. Brown ao meu pai. Vamos jogar dois sets e depois decidimos quanto vamos apostar no terceiro.
Como queira.
Jogamos no court 7, logo à entrada. Juntou-se uma multidão, que aplaude quando ganho o primeiro set por 6-3. O sr. Brown abana a cabeça. Fala sozinho. Bate com a raquete no chão. Não está feliz, já somos dois. Não só estou a pensar, o que é uma violação da regra mais básica do meu pai, como a minha cabeça começa a andar à roda. Tenho a sensação de que vou ter de parar de jogar a qualquer instante porque preciso de vomitar.
Ainda assim, venço o segundo set por 6-3.
Agora o Sr. Brown está furioso. Baixa-se sobre um joelho, ata os ténis.
O meu pai aproxima-se dele.
E então? Dez mil?
Nem pensar, responde o Sr. Brown. Por que não apostamos só quinhentos dólares.»

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Duelos ao Sol


O calor tropical que assentava sobre a cidade recomendava uma esplanada, pedia a frescura de um gin tónico ou uma geladinha. E embora por toda a cidade já se vissem as fitinhas e balões dos Santos populares, aqueles dois rapazes quiseram esquecer que isto era Lisboa para experimentar jogar sob o céu de Maputo.
O calor tropical implorava uma esplanada, chorava uma bebida, mas aqueles dois quiseram provar o court central do Lisbon Racket Centre, às 13 horas da tarde.
Não era a primeira vez que jogavam, e não vai com certeza ser a última, mas aqueles dois tinhosos agora juraram suar todos os litrinhos do corpo ao ritmo de pancadas de bola.
Se o primeiro set já tinha sido renhido, com as bolas a caírem um pouco mais para o lado de Raspa, pintando o quadro a 6-4, o segundo foi pior. E o céu com aquela estranha orla feita de nuvens, bafo e humidade.
Raspa bem explica ao seu amigo Tommy "Alheira" que quando joga ténis, não joga para ganhar (embora não pense noutra coisa ao longo do jogo), nem joga por prazer (se a vida fosse só prazer estava agora a chupar uma caipirinha ou um Daikiri). Não, Raspa joga ténis para resolver o problema que tem à frente. E que problema ? Tommy "Alheira" é da velha massa dos transmontanos, de Vila Real, habituado a calores infernais e a frios inclementes, e a dizerem-lhe que não. É o estilo de jogador que dá sempre mais um passo se isso lhe garantir chegar à bola antes. E ai de quem lhe prometa uma abébia. Capaz de lhe mandar com a raquete à tola.
O "Alheira" não é glacial, não é frio e imperturbável. Mas, caramba !, morde os dentes numa pedra e corre para chegar a todas. E é por isso que Raspa sabe, quando vê que a bola fez o ponto, que do outro lado foi feito tudo o que podia e não observa um preguiçoso habituado ao mimo da mãe. Podia facilmente sobreviver com ele em qualquer exército.
Desse outro lado, a vida é dureza, o que implica ir ao Dubai num avião e estar lá dia e meio para fechar uma obra ou, pior !, ir só em prospecção.
Desse lado, a vida não é fácil e por isso hás-de correr mais do que eu e suar mais do que eu, e servir, cruzar, bater melhor do que eu. Só assim podes merecer o almoço que vem a seguir.
E, por isso, a gente serve e cruza e bate, e tenta tudo para resolver o problema que está à nossa frente. E que, para cúmulo, ainda é canhoto !

Jogo ténis como se estivesse a fazer um puzzle, peça para um lado, peça para o outro, tentando encaixar o ponto da vitória. Se não dá, volto a tentar. Mais uma peça, mais outra, chamo-o à rede e saco o balão. Mas o sacana corre e consegue voltar atrás e apanhar a bola que já ia. Então faço um amorti, para o partir todo. O pior é se não dá, porque depois levo eu com a resposta, em jeito de chapada, só para não me armar em parvo.
O segundo set continuou como o primeiro. 1-0 para o meu lado, 2-0, mas logo vira e está 2-1 e 2-2. Percebo a chamada e faço o 3-2. Mas o "Alheira" empata depois de uma furiosa troca de bolas que teria feito levantar o público da galeria, se  este não tivesse só os olhos na salada que tem no prato.
Lembro-me «de querer arrancar / algum roçado da cinza», os versos de João Cabral de Melo Neto, no "Morte e Vida Severina" e inspiro-me. Meto o 4-3 e o 5-3. Olho para o céu. A orla continua lá. Que calor, meu Deus !
Nesta altura começo a pensar que a água que vou bebendo evapora antes de chegar ao estômago. E como tenho o serviço a meu favor só preciso de mais um esforço para o 6-3 e acabar de vez com o suplício. Quem não concorda é o "Alheira", pois está claro. Com dois passing-shots bem metidos desmoraliza-me logo. Mas respiro fundo e empato 30-30. O "Alheira" tem o demónio dentro do corpo, ou melhor, aquilo não é um, são todos os demónios do entrudo transmontano. E vence, reduzindo para 5-4.
Troca de campo e lá vou outra vez para o lado do sol que cega a vista. O que vale é que é ele a servir. Tudo a meu favor, pancrácio ! Mais um bocado e já vais tomar o banho gelado. Qual quê ?! Wrong again. Aguenta-te mas é outra vez, porque o "Alheira" já recuperou e empatou o jogo 5-5.
Sim, mas nem tudo está perdido. Finco os dentes numa pedra e 6-5 para o pôr na ordem. Só que o sacana do transmontano prometeu que hoje era até ao fim e mete as bolas todas no sítio que elas queriam, para fazer o 6-6. Tie break ?!? Motherfucker !
Compreendo então que só me resta sofrer, sofrer e sofrer, como diz o mano. E que na vida - como sempre tenho aprendido - só o trabalho vence. Por isso, trabalha rapaz. Trabalha se queres almoçar.
Agora estamos no último capítulo do 'Aconteceu no Oeste'. Só não sei se sou o Charles Bronson ou o Henry Fonda. É bom que seja o primeiro.
Começa melhor o "Alheira", mas o primeiro ponto foi apenas o epílogo do que chegaria em 15 minutos. E embora o braço já doa como se tivesse estado a pegar numa espada da Idade Média, começo a sacar cruzadas como se fossem imperiais e rapidamente chego aos 7-2 com que acaba o encontro. Posso finalmente ir descansar. Mas vou é trabalhar.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Emblema de Prata


Há 25 anos sócio do clube mais antigo de Lisboa. E com os filhos a assistir à cerimónia.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

U.S. King


Não é segredo nenhum. Aqui somos Djoko.
Porque o ténis é sofrimento. É muito trabalho. Porque a vida é trabalho e sofrimento. E pelo meio, rimos um pouco. E olhamos para as coisas belas.
Novak venceu mais um U.S. Open e o 10º grand slam da carreira. E com o Arthur Ashe todo contra ele. 
Sofreu, claro, para ganhar ao Senhor Federer. Mas that's life.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Велики поздрав за шампиона Novaka

Impressionante.
Djokovic e Murray de novo em redes opostas na final de um Grand Slam.
Ao fim de duas horas e meia e com um infinito 7-6 para cada lado (por favor !), parecia que Murray hoje ia acabar o dia com um copo de whiskey na mão. Até porque o terceiro set começou com 0-2 a favor, quando o ténis é quase só cabeça ou, como alguém já disse, quando se passa metade do tempo a pensar e a outra a jogar. E (que mais podia pedir ?) com o adversário em notórias dificuldades físicas.
É aí que Novak pára. Respira. Faz reset. Algo tinha que mudar. Radicalmente e já.
Tinhoso como sempre, revolta-se e começa a bater a bola como se estivesse enfiado numa trincheira da Primeira Guerra. Carregando e voltando a carregar a carabina, em menos de nada, dá a volta por cima e arruma os cartuchos: 6-3 !
O quarto set foi protocolo. Murray não recupera daquela brusca mudança de humor do sérvio e imola-se num 0-6 final com que Djoko limpa mais um Open da Austrália. 


terça-feira, 10 de junho de 2014

Metadona 2


Apesar de ser em diferido e mesmo conhecendo o resultado final, nunca deixei de puxar pelo Novak. 
Dito isto, o Nadal continua um touro dos demónios ! O Roland Garros (2005, 2006, 2007, 2008, 2010, 2011, 2012, 2013 e 2014) é dele.

sábado, 16 de novembro de 2013

Grand Slam





Voltariam a encontrar-se. Agora no 1º round do Torneio dos 111 anos do CIF. Difícil haver melhor local, mas quanto custa uma final antecipada...
Quando um dia se escreverem as crónicas das grandes batalhas do ténis amador lisboeta, dois nomes vão sobressair.
Quando a distância e o tempo permitir que se falem das grandes rivalidades da primeira metade do século XXI, Junqueiro, Iceman JunKas, e andré (aka Rasputine), vão preencher os anais.
Quando já for a lenda a contar o que foi aquela partida, as novas gerações vão aprender duas coisas: que Junkas é capaz de recuperar o fôlego umas 500 vezes de pura frieza mental, e que Raspa tem a garra de um cão.
Meus senhores, o que se viu hoje no nº 6 do CIF, não foi um jogo, foi uma luta épica pela sobrevivência. Como é sempre que jogam.
Para a multidão que assistia nem faltou o tira-teimas do terceiro set, e mesmo durando há duas horas e quase meia, e as famílias já cobrassem e o ucraniano que arruma o court só olhasse para o relógio, ninguém arredaria o pé.
Reparem que quando no primeiro set, se alternavam os pontos ganhos, ora Raspa, ora Junkas, ninguém podia adivinhar o vencedor, mesmo com o match-point em 5-4, a favor de Raspa mas este fosse, afinal, o canto do cisne.
Do outro lado, o muro imperturbável de Junkas, senhor de uma capacidade atlética invulgar construída no rugby federado (vê-se bem o carácter que um Benfica molda num homem), não se deixou melindrar e, com o rasgo dos predestinados, empatou a partida nos 5-5, levando o jogo para a incerteza dos penalties onde cada erro é fatal. E foi aí, na tranquilidade de um cruzeiro que já cavalgou as ondas de 20 metros, que acabou por vencer o primeiro set num esclarecido 5-7 a um Raspa pronto para arrancar o próprio escalpe.
Reviravolta conseguida.
Mas Raspa não podia deixar mal quem aposta em puro sangue.
Briguento e aquecido pelo motor todo em explosão, atacou, atacou e atacou. Foi buscar o serviço e começaram a brotar ases. Quando já tirava smash-slams como se fossem cafés parecia o Pete Sampras. Claro que a barragem que estava do outro lado não deixava de devolver, e continuava a bater ora fundo, ora curto, ora longo, ora rede. Junkas sem baquear. Um poço de gelo, sempre em economia de esforço, a fazer saltar um Raspa que já era um galgo numa corrida de Inglaterra.
Os números do segundo set só reflectem as ganas de um homem despeitado. Depois de um rápido 4-0 inicial, Junkas ainda reduz para 4-1, mas Raspa não podia cair outra vez no canto da sereia e arrancou, em puro braço de ferro, o 5-1. Números enganadores porque Junkas não dá abébias. No way. Daí a rivalidade actual. E o último jogo ainda chegou aos 40-40.
Vantagem para um, vantagem nula, vantagem para outro, vantagem nula. Ninguém a desfazer. Ninguém a declarar derrota. Ninguém a erguer a bandeira branca.
Depois de uma demorada troca de bolas (se alguém as tivesse contado, saberia que foram 24), eis uma que decide morrer no lado mais gelado do court, fechando o 6-1 do segundo para Raspa. Empate e tudo remetido para a negra.
Há dias em que ninguém merece vencer, mas é um torneio e vamos para o terceiro set.
Começa melhor Raspa, ainda embalado, apontando um 3-1.
Junkas recupera e empata a 3-3, altura em que Raspa duvida de si e pergunta para quando ver-se livre disto. A resposta chega com jogo para Raspa, e 4-3. Junkas repete a graça do primeiro set e 4-4.
Raspa mergulha no poço da suas forças à procura de uma luz e consegue chegar ao 5-4.
Mais uma vez, na frieza de quem até pode perder, mas só por cima do seu cadáver, Junkas atira tudo para um 40-15 à maior, a que Raspa devolve ao empate 40-40 porque não se podia repetir o passado. E então, numa absoluta troca de vantagens, acaba Raspa por levar Junkas de vencido. Fim. 6-4.
Cumprimentos apresentados, com o amargo de não poderem disputar o troféu na final.
corpo regressou quebrado de mais um mano-a-mano, chegou a pensar que ainda lhe dava ali alguma coisa, mas há dias assim, em que só um pode vencer.