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terça-feira, 1 de abril de 2025

razzamatazz !


Dois pelo preço de quatro. 
E valem cada cêntimo. 

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

segunda-feira, 4 de novembro de 2024

domingo, 6 de agosto de 2023

Funky Trip


Grato à J.M.
 

sábado, 5 de agosto de 2023

segunda-feira, 15 de maio de 2023

cultura racional


(a Jazz Messengers manda funk)
 

terça-feira, 9 de maio de 2023

segunda-feira, 1 de agosto de 2022

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Limited Edition


Comecei a ouvir Coltrane quando aos 17 anos decidi ir à Valentim de Carvalho e comprar o Duke Ellington/John Coltrane. Quando decidi que era tempo de perceber o que era o jazz e deixar a infância crescer. Mudei obviamente, como mudamos sempre que experimentamos uma coisa nova. Quando abrimos uma janela, ou uma porta, ou quando espreitamos por debaixo dela (coisa que toda a vida adorei fazer). Quando decidimos abrir a vida. Quando queremos.
Mudei na música, porque se há coisa que o jazz ajuda é a perceber melhor a música. Toda a música.
Como nos obriga a ter uma atenção especial aos sons, aos instrumentos e ao complexo diálogo que eles produzem, começamos a entender a música que há dentro da música. E a distinguir melhor. O bom do mau, do assim-assim. O jazz educa. E o jazz aprende-se. E dá trabalho. Educar dá trabalho. Mas o que isso tem de maravilhoso é que a decisão é nossa. Como querer experimentar um sabor novo, um filme diferente ou um livro em que nunca pegaríamos. Obriga a ultrapassar o preconceito inicial, a preguiça e a vencer a dificuldade ao que achamos estranho. E o estranho, aquilo que não conhecemos, pode ser a coisa mais linda que ficamos a conhecer. A coisa mais bonita daquele dia. Acho que é isso que se chama cultivar. A nossa horta privada. A mina interior. No meu caso, quando me contrario. Normalmente, se a primeira reacção é sacudir e rejeitar, fico a pensar nisso e forço o gesto contrário. Obrigando-me ao passo oposto. A descobrir. A permitir uma nova relação.
25 anos depois continuo a explorar novos Coltrane, e na busca de universos que rejeito e depois encontro. Num percurso que não é pacífico e que demora, e que (sobretudo) não é automático. Que começou nos monstros clássicos, para se enfiar depois em jazz-fusão, no acid jazz, no funk e até no rap e no hip-hop, como salinhas e quartinhos ou galerias infinitas. E do orgulho que sinto nisso. Porque a música é como um novelo. Que vamos desenrolando. Mas que também nos puxa. Porque é oxigénio e porque vicia. E, como o oxigénio, que nunca chega e tem de ser sempre novo. Mesmo que tenha 60 anos. Que procuramos mesmo quando a portas estão todas fechadas. 

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Reigning Champs


2 horas num ringue a enxertar uppercuts nos queixos da multidão. Jabs e ganchos cuspidos à velocidade de rimas. Versos debitados com a força de um Tyson e o swing de Ali. E quem swinga somos nós. 
The Roots no Cascais foi um punch de história negra. Foi rap, hip-hop, funk, soul, R&B, you name it. Até ao KO final. 
Philadelphia, PA.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

"Civil rights and riots, afros and Watergate." *


* acho que actualmente isto só vai lá novamente assim. Com as devidas adaptações. 
Grande disco, by the way.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Motown back in Town


(1972)



(1974)



(1970)

sábado, 30 de abril de 2016

domingo, 2 de agosto de 2015

sábado, 28 de março de 2015

a Blue Note faz 75 anos e pôs o catálogo de fora *



* não me digam que um concerto esgotou, que eu vingo-me logo !

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Classe de 1997




'Boogie Nights', de Paul Thomas Anderson

sábado, 24 de janeiro de 2015

The Poets of Rythm


"These days sixties and seventies soul music has become a fashionable source of inspiration. It's unconfortably common to hear its twisted influence in the clumsy ape-ings of popstar radio and tv commercials. However in the early nineties, a time when most of our ears were filled with the alternating din of angsty grunge and synthesized pseudo-soul, a couple of German kids unearthed a raw sound from our own back yard that we hadn't even remembered burying. And though for a time they revealed in the borrowed nostalgia of bell-bottoms and fur coats, their style was always in spite of fashion and not because of it. They drew from the sound of old funk records, not as a mold, but as an inspiration, understanding that sound would always be an origin of their music, but unlike many 'soul revivalists' to follow, they never settled for it as a destination."