domingo, 28 de janeiro de 2024
sábado, 27 de janeiro de 2024
quarta-feira, 24 de janeiro de 2024
domingo, 21 de janeiro de 2024
quinta-feira, 18 de janeiro de 2024
Visca Catalunya !
sábado, 13 de janeiro de 2024
quarta-feira, 10 de janeiro de 2024
domingo, 7 de janeiro de 2024
Perfect
Gostamos de Wim Wenders.
Do Lisbon Story (especial), do Paris, Texas (heavy), do Asas do Desejo (belo demais), e de outros, que diabo, do Buena Vista !
e deste Perfect Days.
sexta-feira, 5 de janeiro de 2024
sábado, 30 de dezembro de 2023
sexta-feira, 29 de dezembro de 2023
quinta-feira, 28 de dezembro de 2023
sábado, 23 de dezembro de 2023
Future is now
quarta-feira, 20 de dezembro de 2023
sexta-feira, 15 de dezembro de 2023
Da favela pr'á Travessa
«Quando eu vou na cidade tenho a impressão que estou no paraizo. Acho sublime ver aquelas mulheres e crianças tão bem vestidas. Tão diferentes da favela. As casas com seus vasos de flores e cores variadas. Aquelas paisagens há de encantar os olhos dos visitantes de São Paulo, que ignoram que a cidade mais afamada da America do Sul está enferma. Com as suas ulceras. As favelas.»
quarta-feira, 13 de dezembro de 2023
quinta-feira, 7 de dezembro de 2023
Mulheres
«A 16 de Setembro de 2022, Mahsa Amini morria no Irão, espancada pela polícia dos costumes porque trazia o véu mal colocado. A sua morte suscitou uma vaga de protestos em todo o país. Essa vaga transformou-se numa revolução feminista, apoiada pelos homens. Uma estreia mundial !
(...)
A proibição do vinho e do riso, da dança e dos concertos de mulheres não foram as únicas imposições exercidas sobre as mulheres. Durante quarenta e quatro anos, todas as altas esferas do poder foram ocupadas por cerca de dois mil e quinhentos homens - muitos deles de um pequeno número, quase no limite do incesto, de famílias clericais. As mulheres foram banidas de inúmeros desportos e, quando são autorizadas a praticá-los, devem fazê-lo com hijab. É-lhes proibido assistir a jogos de futebol. Em 2019, uma mulher, imortalizada desde então como Blue Girl, ou "a rapariga azul", imolou-se como protesto contra este apartheid vergonhoso entre géneros. (...) O número de mulheres autorizadas a frequentar a universidade é limitada por uma quota, e muitas são as áreas de estudo que lhes permanecem interditas (...)»








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