terça-feira, 31 de dezembro de 2019
Mataram a cotovia, de Harper Lee, por Fred Fordham
Raramente se ganha, mas às vezes conseguimos."
domingo, 29 de dezembro de 2019
sexta-feira, 27 de dezembro de 2019
segunda-feira, 23 de dezembro de 2019
domingo, 22 de dezembro de 2019
quinta-feira, 19 de dezembro de 2019
segunda-feira, 16 de dezembro de 2019
sábado, 14 de dezembro de 2019
sexta-feira, 13 de dezembro de 2019
Get that Job done !
🏴 @NicolaSturgeon: "Last night the SNP won an incredible 80% of seats in Scotland - an overwhelming endorsement of our campaign and message." #indyref2020— The SNP (@theSNP) December 13, 2019
🤳 Share if you agree it's time for independence.
✍️ Pledge your support for independence here: https://t.co/XS0fh4wf0o pic.twitter.com/gUXRMcVNcv
quinta-feira, 12 de dezembro de 2019
Not a Negro
(a box a permitir recuperar mais uma jóia)
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terça-feira, 10 de dezembro de 2019
Burmese Moons
Now that we're out of Burma, we must find the energy to stand and create a resistance movement so that someday we can return to our lands… Free !»
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the truth is ?
segunda-feira, 9 de dezembro de 2019
sábado, 7 de dezembro de 2019
quinta-feira, 5 de dezembro de 2019
o que não faz é regressar a Portugal... (um crime não o ter visto ao vivo)
Oh wow! 🤯 https://t.co/pEtb3crABY— Discogs (@discogs) 4 de dezembro de 2019
segunda-feira, 2 de dezembro de 2019
E.T. back home
Putos lá em casa maravilhados.
Com publicidade, ou sem ela, quem não gostar deste mini-filme não pode ser boa pessoa.
sexta-feira, 29 de novembro de 2019
O silêncio até pode ser de ouro, mas o Monster é de prata
25 aninhos, caneco ! Agora percebo os brancos que não me largam a barba.
terça-feira, 26 de novembro de 2019
Formação profissional
... que vi umas 20 vezes (mais uma ontem à noite) e peça essencial para o que decidi seguir na vida.
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The Office
sábado, 23 de novembro de 2019
Os dois !
The debate is never over. pic.twitter.com/sbZJTkTFsC— Discogs (@discogs) 23 de novembro de 2019
sexta-feira, 22 de novembro de 2019
quarta-feira, 20 de novembro de 2019
terça-feira, 19 de novembro de 2019
Zé Mário Branco (1942- 2019)
«(...)
Mãe, eu quero ficar sozinho... mãe, não quero pensar mais... mãe, eu quero morrer mãe.
Eu quero desnascer, ir-me embora, sem ter que me ir embora. Mãe, por favor, tudo menos a casa em vez de mim, outro maldito que não sou senão este tempo que decorre entre fugir de me encontrar e de me encontrar fugindo, de quê mãe? Diz, são coisas que se me perguntem? Não pode haver razão para tanto sofrimento. E se inventássemos o mar de volta, e se inventássemos partir, para regressar. Partir e aí nessa viagem ressuscitar da morte às arrecuas que me deste. Partida para ganhar, partida de acordar, abrir os olhos, numa ânsia colectiva de tudo fecundar, terra, mar, mãe... lembrar como o mar nos ensinava a sonhar alto, lembrar nota a nota o canto das sereias, lembrar o depois do adeus, e o frágil e ingénuo cravo da Rua do Arsenal, lembrar cada lágrima, cada abraço, cada morte, cada traição, partir aqui com a ciência toda do passado, partir, aqui, para ficar...
Assim mesmo, como entrevi um dia, a chorar de alegria, de esperança precoce e intranquila, o azul dos operários da Lisnave a desfilar, gritando ódio apenas ao vazio, exército de amor e capacetes, assim mesmo na Praça de Londres o soldado lhes falou: Olá camaradas, somos trabalhadores, eles não conseguiram fazer-nos esquecer, aqui está a minha arma para vos servir. Assim mesmo, por detrás das colinas onde o verde está à espera se levantam antiquíssimos rumores, as festas e os suores, os bombos de lava-colhos, assim mesmo senti um dia, a chorar de alegria, de esperança precoce e intranquila, o bater inexorável dos corações produtores, os tambores. De quem é o carvalhal? É nosso! Assim te quero cantar, mar antigo a que regresso. Neste cais está arrimado o barco sonho em que voltei. Neste cais eu encontrei a margem do outro lado, Grândola Vila Morena. Diz lá, valeu a pena a travessia? Valeu pois.
Pela vaga de fundo se sumiu o futuro histórico da minha classe, no fundo deste mar, encontrareis tesouros recuperados, de mim que estou a chegar do lado de lá para ir convosco. Tesouros infindáveis que vos trago de longe e que são vossos, o meu canto e a palavra, o meu sonho é a luz que vem do fim do mundo, dos vossos antepassados que ainda não nasceram. A minha arte é estar aqui convosco e ser-vos alimento e companhia na viagem para estar aqui de vez. Sou português, pequeno burguês de origem, filho de professores primários, artista de variedades, compositor popular, aprendiz de feiticeiro, faltam-me dentes. Sou o Zé Mário Branco, 37 anos, do Porto, muito mais vivo que morto, contai com isto de mim para cantar e para o resto.»
'FMI'
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Zé Mário
domingo, 17 de novembro de 2019
Kaffeehaus
Ali em frente ao antigo Governo Civil. Para as bratwurst e as burenwurst ou ovinhos para a Matilde. Com uma Paulaner ou aquele sumo de sabugueiro que vocês bebem. Onde vamos tantas vezes domingar.
e depois com apontamentos de autêntica ternura.
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Oh me Oh life
sexta-feira, 15 de novembro de 2019
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