sábado, 5 de dezembro de 2015

5 de Dezembro

É sábado de manhã, a gente joga à bola.


 
5.12.1976

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

numa estante


(Prado)

Guardou-o como um livro de que já se conhece o final. O marcador não passou do 3º capítulo.

sábado, 28 de novembro de 2015

Best


Aos sábados de manhã, no alto de Sto. Amaro, jogamos futebol.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

efeito Paris 13.11

- ir a um concerto em Lx. e sermos revistados (duas vezes);

- ver Bruxelas deserta e com tanques na rua;

- as polícias nas fronteiras a revistar carros, malas e passageiros.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

He's an Outlaw



«(...) Ao longo de cerca de hora e meia, Kurt Vile, que este ano lançou o sexto álbum, B'lieve I'm Going Down , ofereceu um espetáculo palpitante, assente na força das canções que, de disco para disco, vai colecionando, mas também na qualidade da sua banda, os Violators, e no seu próprio carisma improvável.

Aos 35 anos, o guitarrista de Filadélfia, nos Estados Unidos, continua a usar o cabelo à frente da cara e a suscitar os comentários mais curiosos: à nossa volta, houve quem notasse o seu ar perpetuamente deslocado, como "um daqueles miúdos pouco populares no liceu", e quem confessasse que Vile lhe fazia lembrar, tão só, uma década inteira: a dos anos 90, como se a mesma "fosse palpável", completavam.

Algo no autor de "Peeping Tom" está, concordaremos, ao lado ("I'm an Outlaw", do novo álbum, apresentada no banjo, é afinal a segunda canção do concerto). Mas é nesta margem que um dos fundadores dos War on Drugs prospera: entre canções, ao invés de se ocupar de conversas de circunstâncias, trata dos pedais de efeitos, afina as várias guitarras que lhe vão passando pelas mãos, afasta (apenas um pouco...) o cabelo dos olhos. E não há, na plateia, par de olhos que largue aquela figura curvada e estranhamente magnética.

Depois, claro, há as canções e o incrível talento de Kurt Vile para lhes dar vida em palco. (...) depois desta noite ficámos convencidos que é no contexto, próximo e intimista, de um clube rock que a sua música, quer a mais elétrica quer a acústica, melhor respira e é absorvida pelo público. E, apesar do som nem sempre brilhante, o Armazém F foi hoje esse clube rock de que já sentíamos falta. (...)»

Lia Pereira, in 'Blitz'

E nós no Armazém F. 
A ver e ouvir tudo.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

domingo, 22 de novembro de 2015

o Sopro épico que nunca acontece


"Nos filmes de Salaviza os rapazes partem à conquista da luz e da cidade. Mas em Montanha David transporta a sua escuridão. É esse o habitat de um jovem em busca do sopro épico que nunca lhe acontece."

Vasco Câmara, 'Público'

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Chêgando *




* Há livros que nos mandam mesmo para outro lado.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

The Force is with Us


O fim e o início.
Agora sim, para o regresso dos Jedi preparados estamos.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Los Pumas



No último fim de semana mandaram para casa a minha adorada Irlanda. Este domingo, com a Austrália, menos que isso considero traição.
Não se deve pedir para escolher entre o pai e a mãe.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Commedia dell'Arte



Se a derrota foi o tributo a pagar para assistir a mais esta obra prima do nosso Nico Gaitán, então valeu a pena. O desgosto é o resto do jogo ter corrido em modo de anti-clímax.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Johnny Deep




'Black Mass', de Scott Cooper

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

quinta-feira, 1 de outubro de 2015