domingo, 28 de março de 2021

Desconlivramento


uma livraria aberta é uma coisa maravilhosa !

quinta-feira, 25 de março de 2021

terça-feira, 23 de março de 2021

Sobrevivente(s)

O original faz 50 anos.

O Fachada revisitou-o há 10.

E eu fui (re)buscá-lo hoje à estante.

 

sexta-feira, 19 de março de 2021

Trio de Ases


Ser Pai é ter muita sorte.

sábado, 13 de março de 2021

quinta-feira, 11 de março de 2021

domingo, 7 de março de 2021

Delicatessen

 

                 do Pai                                                            da Mãe


sábado, 6 de março de 2021

regresso à Cidade de Deus (em 4 volumes)


"Rio", de Louise Garcia e Corentin Rouge

sexta-feira, 5 de março de 2021

paparoca



os outros pastéis de Belém

terça-feira, 2 de março de 2021

domingo, 28 de fevereiro de 2021

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Tattoo Me *


* Já o disse aqui

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

TakeaHome


e antes uma "Pizza che fa croc", da R. Nova da Piedade (a little italy de Lisboa), e pôr os putos delirar !

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

domingo, 14 de fevereiro de 2021

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Now He Sings, Now He's Gone



(Chick Corea / 1941 - 2021)

E que privilégio tê-lo visto ao vivo. Twice.
A solo e com o seu irmãozão.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

"a folk musician who gazed into the gray mist with tear-blinded eyes"


 «(...) the big bugs in the press kept promoting me as the mouthpiece, spokesman, or even conscience of a generation. That was funny. All I'd ever done was sing songs that were dead straight and expressed powerful new realities. I had very little in common with and knew even less about a generation that I was supposed to be the voice of. I'd left my hometown only ten years earlier, wasn't vociferating the opinions of anybody. My destiny lay down the road with whatever life invited, had nothing to do with representing any kind of civilization. Being true to yourself, that was the thing.
(...)
I had no idea what they were thinking. Later an article would hit the streets with the headline "Spokesman Denies That He's a Spokesman". I felt like a piece of meat that someone had thrown to the dogs.»

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

"A fatura será paga pelos mais novos", por Joana Petiz


«Não tocar, não brincar, não correr, não abraçar, não beijar, não sair, não conviver, não aprender. São prenúncio de desgraça os princípios que dominam a educação das gerações que crescem na Europa em pandemia. Não são só os mais pequenos, que hoje temos de persuadir a estar permanentemente em casa, sem os amiguinhos, sem as lições e sem gastar energias. A quem temos de convencer que estão de férias quando é época de aulas - mas não podem fazer nada do que costumavam, no máximo jogar consola ou ver televisão - e a quem obrigaremos a passar horas à frente do computador a aprender a lição, quando deviam estar a brincar ao Carnaval. São também os adolescentes que estariam a fazer amigos para a vida, a viver as primeiras paixões e corações partidos. São os universitários que deviam estar a viver os melhores anos das suas vidas, entre festas e viagens de mochila às costas, sem medos e com poucos limites.

Os tempos são difíceis para todos e há decisões complicadas que têm de ser tomadas em situações de emergência, perante casos graves e recordes de mortes por covid. Mas é bom que se perceba os efeitos de fecharmos o país em casa por causa da pandemia. Não apenas na fatura mortal que vamos pagar durante muitos anos - fruto de todas as outras doenças que não diagnosticámos, não detetámos, não tratámos -, no custo social dos milhares que vão perder o emprego, nas famílias que não vão ter como pagar as contas, nas empresas que vão ao charco.

Há ainda um preço muito caro e de efeito bem mais duradouro: o que pagam já as gerações mais jovens, inadaptadas, receosas, deformadas na sua natureza por algo que não controlam, presas numa realidade que não entendem e da qual terão muita dificuldade em sair ilesas. 

É fundamental que se pense já em formas de compensar estes milhares de miúdos que caíram num buraco do qual não conseguem vislumbrar saída possível. Isolamento, depressão, incapacidade de relacionamento, frustração, são apenas algumas das condições que estamos a deixar aos nossos filhos. Eles são o nosso amanhã. Temos de voltar a fazê-los felizes e realizados, sob pena de não termos futuro.»

in DN

sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Dia de Memória às Vítimas do Holocausto

 


«A persuasão de que a vida tem uma finalidade está enraizada em todas as fibras do homem, é uma propriedade da substância humana. Os homens livres dão a esta finalidade muitos nomes, e sobre a sua natureza muito se debruçam e discutem; mas para nós a questão é mais simples.

Agora e aqui, a nossa finalidade é chegar à Primavera. Neste momento, nada mais nos preocupa. Por detrás desta meta, neste momento, não há outra meta. De manhã, quando, em fila na Praça da Chamada, esperamos durante um tempo interminável a hora de partir para o trabalho, e cada sopro de vento penetra por debaixo das nossas roupas e corre em arrepios violentos pelos nossos corpos sem defesa, e tudo em volta está cinzento, e nós próprios estamos cinzentos; de manhã, ainda antes de o dia chegar, todos observamos o céu do lado do Oriente para espiar os primeiros indícios da estação amena, e o nascer do Sol é todos os dias comentado: hoje foi um pouco mais cedo do que ontem; hoje está um pouco mais de calor do que ontem; dentro de dois meses, dentro de um mês, o frio dar-nos-á tréguas e teremos um inimigo a menos.
Hoje, pela primeira vez, o Sol nasceu vivo e nítido por cima do horizonte lamacento. É um sol polaco, frio, branco e longínquo , e não consegue aquecer para além da epiderme; mas, quando se libertou das últimas neblinas, um murmúrio percorreu a massa descorada que somos e, quando eu também senti a tepidez atarvés da roupa, compreendi como se pode adorar o Sol.»

sábado, 23 de janeiro de 2021

Confutamento

casa


[rainha Dona Amélia]