Mostrar mensagens com a etiqueta Vhils. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vhils. Mostrar todas as mensagens

domingo, 27 de janeiro de 2019

Vhils no Panorâmico


E nós também.
Há muito que O Panorâmico não é o restaurante sumptuoso frequentado pelas celebridades e figuras do Estado Novo no Portugalzito do final dos anos 60. Desprezado e quase destruído, ficou esqueleto e refúgio de toxicómanos. Agora de artistas e graffiters, ou dos sem-abrigo, como se percebe pelos restos de carvão de uma fogueira recentemente apagada numa das salas de jantar. Mas Monsanto continua cá. E a vista incrível do alto para toda a cidade, em 360 graus, depois de andarmos um bocado na estrada da Bela Vista. 
E Marielle.  

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Vhils em Lisboa - parte VI (no acto)


[Alcântara, quarta-feira, 11.06.14, 14:35]

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Vhils em Lisboa - Parte 5 e 1/2*



Jardim do Tabaco
(foto: andré)

*com Pixel Pancho

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Vhils em Aveiro

A viagem tinha escrito Porto no bilhete.
Dentro da carruagem o passageiro pára.
Pára porque pára o comboio. Pára porque param os olhos.
Lá fora, a placa escreve "Aveiro".
Do outro lado da janela, uma assinatura que ele reconhece.



quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Vhils em Lisboa - parte III


- Fábrica do Braço de Prata -

sábado, 12 de janeiro de 2013

Vhils em Lisboa - parte II

Voltei a descobrir Vhils - das caras que perguntam - na cidade que é linda.
E depois destes murais, dou vivas a este.


[Alcântara]

Nota: o esqueleto deste prédio horrível e por fazer, perto de Sete Rios, foi demolido. E com ele foi o Vhils. Esteve ali o esqueleto tanto tempo a enfeiar, e foi preciso alguém botar-lhe as picaretas em cima, a interrogar, para o mandarem abaixo. É quase sempre assim. Há pessoas que só se lembram de certas coisas quando outros o fizeram por elas.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Vhils em Lisboa

(foto: andré)

[Av. da Gulbenkian, direcção aqueduto das Águas Livres, 19.58]



O Banksy português, é o que dizem, porque eu prefiro Vhils, aka Alexandre Farto. E os rótulos acabam sempre por cair.
Depois de percorrer o mundo com a sua picareta falante, com os seus martelos que cantam, Vhils está em Lisboa. A esculpir nas paredes despejadas e inúteis da cidade.
Naquilo que ninguém quer e que não tem uso, escavando pedaços a ruir do que já foram casas ou histórias que ficaram a meio, e transformando-os cirurgicamente na expressão de um rosto.
Que olham para nós e parecem perguntar e nós sem sabermos o que dizer. Testemunhas de nós mesmos.
Como neste prédio falho, sem memória e que há anos devia implodir, mas agora não que é dele.
(foto: andré)

[Eixo Norte-Sul, sentido Sul, 9.56]

Não é propriamente uma novidade, mas eu também não sou um boletim de actualidades.