sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Filosofia na ponta dos pés

 
"Num time de futebol existem nove posições e duas profissões: o goleiro e o centroavante."
Dadá Maravilha

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Serviço Público

 
"A Noite Cairá", na RTP

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Brigadão, meu Velho !

 'Banda do Mar'



Um par de bilhetes conseguidos na véspera para um concerto esgotadíssimo há meses, não tem preço ! Valeu cara !

Só o sound-check é que podia ter sido melhor. Nas primeiras duas canções o power da guitarra de Seu Marcelo Camelo engoliu o mic da Mallu.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

aDiós Riquelme


"Cada vez que veo a otro jugador con la 10 DE BOCA,
pienso que esta usando mi camiseta."

domingo, 25 de janeiro de 2015

... e este pontapé faz 20


"Peço desculpa ao clube, aos colegas, aos adeptos, à federação... e também à prostituta com quem estive na tarde passada".

Eric Cantona


NB: aqui não glorificamos a violência. Mas o futebol não é só belo. É humano.

sábado, 24 de janeiro de 2015

Churchill morreu há 50 anos



The Poets of Rythm


"These days sixties and seventies soul music has become a fashionable source of inspiration. It's unconfortably common to hear its twisted influence in the clumsy ape-ings of popstar radio and tv commercials. However in the early nineties, a time when most of our ears were filled with the alternating din of angsty grunge and synthesized pseudo-soul, a couple of German kids unearthed a raw sound from our own back yard that we hadn't even remembered burying. And though for a time they revealed in the borrowed nostalgia of bell-bottoms and fur coats, their style was always in spite of fashion and not because of it. They drew from the sound of old funk records, not as a mold, but as an inspiration, understanding that sound would always be an origin of their music, but unlike many 'soul revivalists' to follow, they never settled for it as a destination."

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Nascidos na Farmácia Franco



«Terá sido Tony Adams, mítico capitão do Arsenal, que disse que "se jogares pelo nome inscrito na frente da camisola, os adeptos recordarão o nome inscrito nas costas". A frase fixa uma visão romântica do futebol, de um jogo que já não existe, onde a figura do jogador-adepto era uma possibilidade realista.
Os tempos "desportivos" já não estão para isso. Nós, benfiquistas, não mais devemos esperar exemplos como os daqueles que resistiram às propostas materialmente tentadoras de clubes mais (novos) ricos, no momento da fundação - mantendo o espírito popular, definido pelo grande Cosme Damião na Farmácia Franco.

Vivemos por isso uma tensão permanente: queremos perpetuar uma visão romântica do futebol, própria do adepto, mas a realidade chama-nos de forma sistemática.
O Bernardo era uma raridade e um resquício de um passado que teima em nos abandonar. Jogador adepto como nós, mas com o talento com que todos sonhamos. Uma predisposição natural para jogar futebol (que, como é sabido, é daquelas coisas que não se aprende, nem se ensina, mas que se vislumbra logo no primeiro toque na bola) e, a pairar sobre isso, um amor filial ao Glorioso.
Há mais de um ano, escrevi no Record que "de quando em quando surge um jogador adepto como nós, mas com o talento que ambicionámos ter. Um sofredor que tem a sorte de poder sofrer no relvado, de camisola ao peito. Há jogadores profissionais que honram a camisola; mas uma coisa é jogar com afinco, outra é jogar com afinco com a camisola do clube do coração. Momentos há em que, numa espécie de epifania, ao adepto se junta o empenho e o talento. É desta conjugação que nascem os jogadores que nos fazem sonhar". 
O texto era sobre o Bernardo. O mesmo Bernardo que, num desfecho anunciado, mas que nos procuraram esconder de forma tosca, deixa agora o Benfica, onde na verdade nunca chegou a jogar.
Bem sei que, nos tempos modernos, o que nos prende a um clube são as camisolas, a ideia de equipa e os jogadores que (muito) transitoriamente as vestem com profissionalismo. Sei também que um clube português não tem condições financeiras para rejeitar ofertas de 15 milhões por projetos de jogador (por muito que gostemos do Bernardo, é ainda o que ele é). Mas, o adepto que há em mim vive com frustração os choques com a realidade.
No prolongamento da infância e fuga ao real, que são as formas como vivo o futebol, o Bernardo seria o nosso capitão, marcaria golos atrás de golos e o seu pé-esquerdo resgataria a memória que guardo do Chalana da minha infância. Sei bem que nada será como eu sonhei, mas sei também que teremos cá o Maxi e o Luisão para mostrarem como o amor à camisola também se aprende; o Talisca para alimentar fantasias; o Gaitán para nos fazer crer que podemos ambicionar toda a grandeza e o Gonçalo Guedes para fazer de Bernardo. De resto, podemos sempre manter a esperança de que, um dia, o Bernardo se cansará do sucesso desportivo e material e, como o nosso Rui Costa, nos concederá (e conceder-se-á) a Glória de regressar à Luz.»

"De Silva para Silva: Espero que o Bernardo seja como o nosso Rui Costa", por Pedro Adão e Silva
'Expresso'

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Lost and Found






'The Lost Album' (back-cover)
by Dennis Hopper

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Salman Rushdie: "freedom of speech can only be absolute"


“The French satirical tradition has always been very pointed and very harsh, and still is, you know,”
“The thing that I really resent is the way in which these, our dead comrades ... who died using the same implement that I use, which is a pen or pencil, have been almost immediately vilified and called racists and I don’t know what else.”

“Both John F Kennedy and Nelson Mandela use the same three-word phrase which in my mind says it all, which is, ‘Freedom is indivisible,’” he said. “You can’t slice it up otherwise it ceases to be freedom. You can dislike Charlie Hedbo … But the fact that you dislike them has nothing to do with their right to speak.”

“And so artists who go to that edge and push outwards often find very powerful forces pushing back. They find the forces of silence opposing the forces of speech. The forces of censorship against the forces of utterance,”.
“At that boundary is that push-and-pull between more and less. And that push and pull can be very dangerous to the artist. And many artists have suffered terribly for that.”

discurso na Universidade de Vermont, retirado em 15.01.15 do 'The Guardian'

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

A Tricolor. A autêntica.


- Franck Brinsolaro, Clarissa Jean-Philippe e Ahmed Merabet -
(os três polícias assassinados nos atentados de Janeiro de 2015 em Paris)

domingo, 11 de janeiro de 2015

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

domingo, 4 de janeiro de 2015

PASOLINI, de abel ferrara



Escandalizar é um direito.
Ficar escandalizado um prazer.
E quem recusa o prazer de ficar escandalizado é um moralista.